ITAMBACURICOPOLIS

Archive for the category “Eleições 2008”

Silene aceita ser Vice, mas PT quer a proxima administracao

Acabou o primeiro puxa e estica da campanha 2008, depois de muitos meses de embate e crescimento dos dois lados,
o grupo de Vicente finalmente conseguiu fechar com o PT para disputar a proxima eleicao, agora esta confirmado, Vicente para Prefeito e Silene Vice Prefeita.
Como tudo na politica, esse foi um casamento de interesses,de um lado Vicente estava com a nave montada ( e cheia de cacique) mas sem combustivel, do outro lado Silene e o PT
com plutonio em abundancia mas pedalando de bicicleta. Silene adiciona a campanha de Vicente o brilho que faltava, a determinacao a credibilidade, ela promete defender
as diretrizes do PT e ser uma Vice como nunca antes na historia de Itambacuri, promete administrar, ela promete e quando Silene promete nos confiamos.

Nao vou esconder que fiquei decepcionado com o resultado, conheci Vicente de perto e me decepcionei com suas artimanhas politicas, mas confio e muito na sua candidata a vice e sei que ao decorrer do tempo o povo vai sentir que era ela o tempo todo que deveria sair como prefeita.

Esse ano de 2008 esta sendo para o mundo um ano rico em transformacoes politicas e para Itambacuri tambem, agora a campanha realmente comecou, Vicente e turma que se preparem, pois o PT na pessoa de Silene e quem realmente vai puxar os votos necessarios para a vitoria e Silene nao ira comprometer nem ela nem o PT na proxima administracao.

PHS, PSDB tanto fez que amarrou o PT, mas logo eles irao notar que assim como o grande Imperio Romano pensou ter invadido a Grecia, foi na verdade a Grecia que invadiu roma com toda sua cultura.

PT se renova em Itambacuri

O PT de Itambacuri exige Participacao na administracao 2009-2016 ou controle do Legislativo, nada menos basta!

Uma Pergunta

Gente, quanto ao prefeito atras das grades eu comentarei depois, mas fica aqui uma pergunta…

Como que  Sanderson, o secretario/telefonista/informante/aspone/queimafilme, ira entrar na PF pra puxar o saco do prefeito?

Itambacuricópolis na Eleição Municipal

Gente, ta chegando perto as eleições para Prefeito ou Prefeita de Itambacuri.

Digo que vai queimar muita pólvora, Itambacuri vai pegar fogo, o negócio promete.

Foguete para todo lado. Na falta de propostas

Postarei aqui as melhores bombas, já que eles gostam tanto delas, sem atalhos, sem compromisso com a hipocrisia, sem vaselina.

Vem ai, Itambacuricópolis Eleições 2008!

buchicho!

um fala aqui outro comenta acolá, acontece que, a candidatura de Silene  que começou apenas como um buchicho em Outubro de 2006, tomou proporções que preocupa os senhores da politicagem. O buchicho é o estimulante da política mineira, oposto do boato, um buchicho nasce de um fator determinante o tornando um fato, buchicho não é apenas um sussurro, mais que isso, com o buchicho nasce grandes transformações políticas, buchicho alimenta o debate, fomenta tomada de posições, buchicho é a voz da opinião que tramita pela sociedade sem alarmes, sem bandeiras, com  força edificadora capaz de derrubar os padrões atuais e estabelecer  o desejo de uma sociedade.

Buchicho aqui buchicho acolá, e assim vamos continuar a nossa silenciosa mudança, passem a mensagem adiante, se por um acaso  encontrar com Silene, de um sinalzinho, ela vai saber que você também faz parte da transformação, mas lembrem-se, não façam muito alarme para não despertar  os outros  candidatos, vamos comportar como bons mineiros, calados!

Emvermelhando

“Itambacuri quer mostrar sua cor em 2008…”

“O coração bate do lado esquerdo do peito…”

Cobertura nua e crua das eleições 2008

Leiam o Itambacuricópolis apartir de 1º de Janeiro 2008!

Tapinha Dói

A relação entre a medicina e a política na nossa região é tão estreita que nem sempre e claro qual a função que esta sendo exercida em alguns consultórios, a do medico ou a do politiqueiro. É a famosa política do “Tapinha nas Costas”. Aqui em nossa terra, existe o que podemos chamar de Plano de Saúde Gratuito. Como funciona? Alguns médicos e medicas por estratégia política, esquecem, vamos dizer, de cobrar de alguns escolhidos, os valores de tratamentos, consultas, materiais, exames e até cirurgias, formando assim uma dependência entre eleitor e medico. Esse alívio ministrado por alguns médicos forma a base de seu grupo político, é dai que nasce algumas das dezenas de cabo eleitorais que se matam nas ruas em defesa do medico ou medica. É comum escutar pessoas que se dizem inteligentes comentar: “não posso ir contra esse ou aquele medico por medo de perder o meu Plano de Saúde”. Neste sistema político, algumas dezenas de prestigiados, compactuados, cúmplices de seus candidatos, empurram o grupo de seu medico ao poder, mesmo que para isso, outros vinte e um mil conterrâneos tenham que padecer nas mãos de uma administração cruel, desestruturada, incapaz de se relacionar com os verdadeiros problemas sociais. É o Tapinha se transformando em pancadas, em martírio de um povo. Tanto nas prefeituras quanto nos consultórios, alguns médicos e medicas se apoderam do publico como privado, assim montam uma cadeia de influencias e favores, com a propriedade publica. Protegidos por uma classe hipócrita e demagoga. Da próxima vez que alguém lhe pedir um voto para algum desses médicos ou para o candidato apoiado pelo medico ou medica, pare e pense, e bem provável que esse cabo eleitoral esteja ganhando de seu medico o famoso Plano de Saúde Gratuito e você ficará só com o Tapinha.  É inegável que nosso município afundou nas mãos do medico e da medica que passou pelo poder, como exemplo, o atual vice-prefeito Dr. Jackson, o destruidor de sonhos e esperanças, formador de quadrilha, junto com sua esposa Dra. Sanguessuga, criam insegurança, monopolizam setores como o da saúde, aterrorizam os que não submetem aos seus caprichos. Doutores, o seu tapinha dói, e como dói, dói no nosso bolso, dói na ingenuidade de nossas crianças, dói no idoso abandonado, dói nos analfabetos, dói nos sem teto, dói nos sem futuro que vocês criaram, dói no povo, dói na cidade e principalmente, dói na nossa alma.

O Povo Quer Silene

O 13 mostra união para nomear Silene como a próxima candidata a prefeitura de Itambacuri. A eminente apresentação de Silene como candidata não é surpresa entre os cidadãos engajados de nossa cidade. Silene ao longo dos anos vem crescendo como liderança e referência de respeito social em nossa região. A candidatura de Silene vem crescendo à mediada que ela toma consciência de representa par anos a melhor opção de governo, que ela representa o desejo de uma população, que ela representa da melhor maneira possível o povo de Itambacuri. Por ser uma proposta verdadeira, a campanha toma forma e desenvolve entre formadores de opinião, movimentistas e entre a classe majoritária da população.   Silene tem a melhor visão da problemática social e a competência para implementar os programas necessários para saná-los. Ela vem materializar os sonhos de várias gerações, como diz o grande Milton Nascimento: “Quem sonhou só vale se já sonhou demais…”, ela vem materializar o fim de uma era triste , vem mostrar que Itambacuri esta pronta e disposta a romper com a política do passado e mudar para melhor. Vamos lá Silene, estamos prontos para apertar o 1 e o 3 nas urnas e dar o grito de liberdade, de vitória, que irá ecoar por nossa historia.

Regularização Fundiária

Nos critérios do Governo Federal, Itambacuri  é oficialmente reconhecido como um município em que a economia urbana e alicerçada nas atividades ligadas ao meio natural, dando a nossa cidade os meios legais para desenvolver projetos no âmbito do agronegócio sustentável, voltado ao desenvolvimento social, ou seja, legalmente Itambacuri através de sua prefeitura tem e deve estabelecer sua própria fazenda , para o crescimento da cidade, de seu povo. Indo alem, Itambacuri tem meios legais de implementar sua própria floresta e garantir sua própria riqueza,  sua soberania municipal. Por muito tempo, Itambacuri se dividiu entre agricultores e não agricultores, é dado o momento de transformar cada morador em um agricultor, em um ambientalista, devemos  regularizar a situação fundiária e demarcar as terras municipais para o desenvolvimento, é nosso direito e nosso dever.   Podemos e devemos reverter este quadro de estagnação, a realidade econômica mundial esta ao nosso favor, com bom senso e conhecimento, pode-se receber os recursos necessários para o estabelecimento de uma fazenda comunitária, gerando conhecimento, emprego e dividendos. E junto à fazenda desenvolver a floresta municipal, estabelecendo uma cultura de respeito ao solo e a as águas, nossos maiores patrimônios. A Fazenda e Floresta Municipal comportaram como carro chefe do nosso desenvolvimento social sustentável, trabalhando em parceria com a agricultura familiar, este braço municipal será encarregado de absorver produção das agriculturas familiares, repassar conhecimento, gerar emprego especializado, estruturar o setor, negociar vendas, abrir caminhos e defender o Meio Ambiente. O sucesso de uma cidade com a nossa característica esta em  enriquecer defendendo a nossa própria riqueza, somente um programa de sustentação econômica municipal ancorado no desenvolvimento responsável de nossa agricultura, trará harmonia social. Por isso como escrevi acima, chegou a hora de transformar cada morador em agricultor. A regularização fundiária é inevitável para a transformação social aqui no nosso município, precisamos como comunidade, desenvolver uma relação saudável com nosso meio ambiente, a Fazenda Comunitária exercerá o papel mais importante do contexto, devolver ao povo, o que é do povo. Com a Fazenda o progresso deixa de ser refém das mentes tacanha de alguns poucos “Donos” de terra e passa a ser uma questão pública, do controle do povo. Olhe o mundo em sua volta e veja a riqueza que o cerca, deixe as garras da boa semente se aprofundar em você.

Dona Deja e a Aritmética do Sufrágio

Números, numerais e algoritmos. Escutamos em Itambacuri nas ultimas semanas, aqui e acolá a palavra pesquisa sendo aplicada como se os falsos pesquisadores tivessem alguma noção da matemática envolvida nos estudos. E como o fenômeno da copa do mundo produz milhões de técnicos, é neste período que vemos brotar cientistas políticos até dos bueiros.  Andei por nossa Itambacuri atrás de números por mais de 18 meses sem sucesso. Na Policia Civil o delegado complica mais do que ajuda na hora de divulgá-los, na secretaria de educação, diziam eles, temos, mas estão escritos a mão aleatoriamente, na secretaria de finanças, claro, são disponibilizados de forma nada transparente para confundir, nos recursos humanos trabalhadores tiram férias mais do que devem por falta de sistema adequado, na assistência social não sabem pra onde o vento toca, na secretaria do planejamento a própria UNEC confessou em reunião no anfiteatro, ter preparado o Plano Diretor com estimativas grosseiras, pois eles também não encontraram números em lugar algum, ou seja, planejaram no breu. É neste panorama de uma lenda sem dados que agora desponta por toda a parte os senhores das pesquisas eleitorais com dialéticos de mecânico vagabundo onde trocam “rebimboca” por termos de politiqueiro de esquina. A pesquisa eleitoral é usada por golpistas para nos passar a impressão de que sabem de algo que os outros não sabem. Uma falsa áurea do saber é criada, geralmente para camuflar mais do que para informar, e quando informam, fazem de forma irresponsável e manipulada. Se os candidatos e pesquisadores são tão interessados em informações perguntem a eles os verdadeiros dados municipais e logo eles irão encher a boca com os documentos do IBGE, órgão que ensaia com esta ultima estimativa com auxilio do palmtop, sair do descrédito.  Levará senhoras e senhores outros 15 a 20 anos para os dados do IBGE serem aceito pelas instituições financeiras nacionais e internacionais e consequentemente em projetos de impacto se tudo correr bem. Nesse quadro de total falta de informação, quero deixar aqui registrado a melhor previsão política que escutei em Itambacuri, veio de Dona Deja, amiga, moradora da Volta da Lagoa, me explicou que no Brasil tem peixe grande, mas que felizmente tem também milhares de lambaris, e que os lambaris agora depois da segunda vitória do povo à presidência aprenderam que juntos podem vencer os predadores.  E como sabemos que é a maioria que elege o poder, não carecemos da aritmética dos farsantes, dos números artificiais, divididos, irracionais ou da subtração, fujam dessas frações. Enquanto eles brincam com o ábaco, num mundo sem números, ficamos com a sabia explanação de Dona Deja: “Aqui em Itambacuri a maioria é lambari.”

Mudar Itambacuri – A Saga – Cap.1

Era meado de Dezembro 2004, fim de uma reunião no Banco de Investimentos Intensa na City em Londres. Geralmente é feito as devidas apresentações no inicio de reuniões como esta onde apresentamos nossos currículos e lugares de origem, sempre que falo que venho de Itambacuri, gera entre os participantes curiosidade e um clima de descontração, imaginam vocês como soa a palavra Itambacuri, em Londres, depois de apresentações como, venho de Paris, Genova, Brasília, Luxemburgo e Bruxelas.

Lembro-me bem quando fui abordado por um assessor da casa legislativa federal brasileira que lá estava. Ele parecia bastante curioso sobre minhas origens e quis saber mais sobre esta cidade de nome curioso.Expliquei na época que Itambacuri era uma cidade rica em cultura, onde a educação foi referência na região, onde tem um controle de uma minoria que se acham ricos, uma cidade pitoresca de Minas com potencial porem politicamente negligenciada e que merecia mais atenção.Ele logo se dispôs a ajudar, me disse que tinha no Legislativo o programa interlegis que poderia informatizar a câmara municipal com computadores e internet via satélite, que alem disso, dispunha também de toda capacitação aos vereadores e assessores com limite de 21 vagas em cursos especializastes e que poderia incluir Itambacuri nas primeiras 30 cidades mineiras para receber a informatização.Logo liguei para Itambacuri para saber qual era o nome no Legislativo Municipal mais indicado para implementar o programa, fui informado na época que  o nome mais indicado era Charbel Salman e prontamente passei para Charbel o telefone e endereço no inicio de 2005 para fazer a finalização oficial.Imaginam vocês a vergonha e choque que tive quando recebi um telefonema  da casa legislativa federal onde o assessor me pedia para tomar cuidado com quem eu me envolvia politicamente, ele continuou: “Rubens, o seu contato em Itambacuri, o vereador Charbel, me telefonou a cobrar de um orelhão, com conversas alheias as negociações do Programa Interlegis, ele ligou para oferecer trabalho de campanha, inclusive colocando preço no numero de votos que poderia conseguir para o Deputado. Fique tranqüilo, descartei a proposta dele de deixar você for a das negociações sobre o Interlegis e disse que na região era você o nosso contato.” Pedi desculpas, expliquei que o nome havia sido indicado e que seria mais cauteloso nas próximas apresentações, ele continuou:

“Não se preocupe, o programa continua disponível, Itambacuri já foi  aprovada na comissão de orçamento e só precisamos agora de um contato oficial mais ético para finalizar o processo.”

Terminei falando que iria tentar contatar o Prefeito e que retornaria com novidades. 

Acompanhem a minha saga nos meandros políticos mais baixos que já encontrei, começou com esse episodio acima o meu envolvimento político em Itambacuri. Entre tropeços e aprendizagem acompanhem a minha jornada do centro financeiro europeu à realidade tacanha dos Jecas Tatus intitulados de doutores, vereadores, prefeitos e damas.

Vejam na próxima edição da Saga: O comportamento do Executivo quanto à possibilidade da câmara municipal receber Internet Via Satélite. Imperdível.

Silene a Candidata certa

Indiscutivelmente o nome de Silene dentro da nossa sociedade ocupa um lugar de destaque não somente por sua capacidade intelectual, mas principalmente por sua força de articulação política e seriedade na questão publica. 

Silene vem através dos anos apontando o norte político para uma maioria descriminada na nossa sociedade, defensora incansável dos direitos da Criança e do Adolescente, e da Família por conseqüência, Silene é respeitada em todo estado mineiro pelo seu trabalho e por sua pessoa. 

Em um município com tamanho déficit social, é inteligente que tenhamos uma representante que conheça na pratica os escaninhos da nossa realidade e que esteja engajada com as diretrizes federais para melhor adequar as decisões municipais, e mais, é imperativo o reconhecimento da integridade da nossa próxima gestão para liberar os recursos financeiros necessários para o trabalho da reconstrução de nossa sociedade, sabendo que a cada passo se torna mais difícil a liberação de recursos sem que, previamente seja garantido a transparência nos gastos e o passado limpo do gestor. 

Para estabilizar nossa historia política, assim como em outras países, temos que eleger um representante da maioria, e além de uma gestão preparada para enfrentar os desafios sociais, teremos que pensar em uma gestão capaz de integrar a sociedade e talhar o caminho para o futuro justo. Silene é a opção mais inteligente e segura para garantir o direito da maioria e mudar o nosso quadro político para melhor.

Povo de Itambacuri! Chegou a nossa vez!

“O povo  quer o controle.” 

Ela acredita que a hora ainda não chegou para anuncia-la como candidata, muitos abutres querem colocá-la na famigerada vereança, local onde enterram potenciais candidatos e,m potencial, uma estufa onde os planos de mudanças morrem dessecados. Porem a equação é simples, o povo a quer para Prefeita!

 

Há anos ensaiamos uma mudança concreta de rumos na política da nossa cidade e agora estamos diante desta oportunidade real e palpável, para mudar precisamos de um Poder Executivo forte, rígido, incorruptível e capacitado para programar e executar as políticas de responsabilidades sociais necessárias para reverter a recessão econômica, social e moral em que encontra o nosso município. Definitivamente o caminho mais seguro para a verdadeira mudança.

 

Conheci pessoalmente essa maravilhosa candidata, uma pessoa inteligente, que não se deixa corromper pelo sistema, justa, conhece por menores a problemática social do nosso município e sabe como contorná-las. Agora podemos sonhar novamente, podemos planejar, podemos finalmente viver o sonho de uma comunidade mais justa, mais Cristã.

 

Povo de Itambacuri! Chegou a nossa vez.

Família, Sociedade, Política, Comunicação, Tabu e Intolerância.

 

Toda estrutura social saudável começa do núcleo familiar, por isso é importante reavaliar com urgência nossa sociedade a partir deste princípio básico. 

É comum escutar a famosa frase “somos uma grande família aqui em Itambacuri”, e de fato somos, porem a afirmação surge não dos fundamentos que caracterizam uma família como: perdoar, solucionar, unir.  Mas sim do oposto, tornando inviável nosso modelo social. A prova de que temos que nos fortalecer como instituição familiar está na disputa para próxima formação do Legislativo e do Executivo. Vejam bem, no momento essa disputa é muito mais um conflito de gerações do que qualquer outra coisa. O fato mais agravante neste conflito esta na falta de comunicação dentro das famílias, basta um membro expressar o desejo de assumir uma posição política para os nossos “familiares” se trancarem valendo do famigerado tabu. O tabu, aqui, significa a proibição convencional imposta por tradição, que não pode ser violada sobre pena de reprovação social. Assim o tabu suspende o processo comunicativo e impõe o silêncio de cemitério. Ele é estabelecido, na maioria das vezes, pela preguiça mental ou pelo medo do conflito. Desta forma, é preferível não discutir sobre política, religião, futebol, problemas do passado, sexo ou idéias contrárias para manter um ambiente amistoso. O problema é que, impedindo a comunicação, o tabu acaba criando um relacionamento falso e superficial. 

O tabu, na maioria das vezes é usado estrategicamente, ou seja,  a geração acima (tias e tios), manipula uma atmosfera onde não se permiti o diálogo, onde qualquer indício de comunicação é sufocado, bem, ao invés de estimular a comunicação, aniquila-se o diálogo, chamam-se isso na minha família  de “evitar polêmica”, polêmica aqui, na verdade é a intolerância, aliás esta é outra inimiga da instituição familiar, sendo assim, inimiga da sociedade. A origem dessa incapacidade de aceitar o outro vem, muitas vezes, do medo ou da preguiça de sermos autênticos, somos intolerantes na medida em que nos deixamos dominar pela inveja, ao percebermos que outros são mais livres.

Falo de cadeira, afinal, além de ter expressado o meu desejo e preparo para contribuir na política, sou membro de duas famílias atuantes e o que se passou depois que me expressei publicamente é prova viva que enquanto não for estabelecida a comunicação na família, não iremos muito longe como sociedade. Esse processo também se repete dentro de outras famílias, afinal tem toda uma geração na nossa cidade sendo sufocada por falta de um diálogo saudável, sem limitações.

É preciso que tomemos responsabilidade quanto à longa lista de problemas sociais que temos adiante, precisamos assar diariamente e com abundancia o pão social. Em família, assim como em sociedade, devemos exercitar sem medo o dar e o receber, o permitir e o deixar acontecer. Precisamos aprender com essa disputa que os novos tempos pedem união de gerações e não conflito. Tabus deixam de existir quando descobrimos que qualquer tema pode ser objeto de um diálogo, pois a questão não é o tema, mas sim a forma de discuti-lo, a intolerância também pode ser superada quando perdemos o medo de nós mesmos. Desta forma tornamo-nos mais abertos e livres em nosso pensar e agir, porém quem vive assim, ou seja, quem não permite ser dominado por tabus e medos, precisam como eu, acostumar com as críticas daqueles que, infelizmente, ainda não descobriram o seu próprio valor.

Educação e Saúde um equilíbrio necessário.

 

Dentro deste tema, educação e saúde, qual será a mais premente das nossas necessidades?

 

Aplicar uma boa política de saúde e educação no nosso município, não é necessariamente ampliar o campo da educação ou aplicar fundos em treinamentos técnicos tampouco é passar o controle da Secretaria de Saúde para a esposa do vice-prefeito, para que a mesma use dessa influencia para controlar e manipular o mercado de exames médicos municipais estabelecendo uma concorrência injusta, tampouco é deixar a primeira dama nadando solta, tomando decisões e perseguindo quem vai e quem fica na área do ensino municipal.

A mais premente das necessidades atuais é uma vida de família mais feliz, num lar substancial, em lares de cidadãos livres das perseguições políticas. A pedra angular duma sociedade sadia é o lar feliz e sadio. Crie-se saúde no lar e esta saúde se irradiará para fora, atingindo os negócios, comércio, a educação, o governo, toda e qualquer fase da sociedade.

Para eleger um governo adequado para nossa cidade em 2008, devemos deixar de lado nossos pensamentos individualistas e mesquinhos, e nos concentrar em escolher uma proposta de governo com força e capacidade necessária para implementar e conduzir o programa que sedimentará a base correta para o desenvolvimento de uma sociedade saudável e educada.

Como anda as opções para 2008!

 

13 – A chance para o povo tomar as rédeas do seu futuro e acabar de vez com o coronelismo, enfrentando de forma programática os desafios, tem ótimas chances de contornar o abismo político cavado durante os últimos 40 anos e resgatar nossa cidade, mas para isso, deverão educar o eleitorado quanto ao programa e passos para atingir o desenvolvimento social desejado. Para isso vai depender muito do estabelecimento da democracia dentro do próprio partido, caso contrário, o mesmo pode ser usado como sempre foi, e a chance passar.

 

14 – Com pose de Poderoso Chefão e muitas influências, poderemos ver de vez em quando sua presença na esquina, sempre cercado dos súditos. Pose, muita pose. Não conta atualmente com uma boa parte da cúpula central de apoio, parte da família o deixou em troca de uma secretaria na atual administração, enfim, os 14 são a materialização da política do “toma lá da cá”. Sinceramente não acredito que tenham alguma programação de governo em mente, afinal gabam-se em ser administradores natos, mas não passam de mestres, uma de Filosofia e o outro de Obras.

 

15 – No grupo, por enquanto não encontrei nem escutei muito sobre medidas concretas para sanar nenhuma das nossas mazelas sociais, se comportam como a única chance concreta de virar o quadro político atual, mas pecam quando tentam vender demais esta imagem e tratam o candidato como um velhinho que logo passará o bastão, resta saber para quem e quando, afinal ele não é tão velho assim, Cheiroso e Biro já estão pendurados neste bastão. Como disse, pecam em vender esta imagem. Neste grupo não há espaço para novas pautas, se é assim agora, imagine se vencerem.

 

25- Salve-se quem puder! Estão como moscas no mel, aterrissou, mas não irá decolar. Pode incluir neste bando todo legislativo também. Indiscutivelmente este grupo representa o que se tem de pior no quadro político de todos os quase 134 anos de historia, uma dupla de canalhas com damas de dar azia
em sonrisal. As mudanças de que temos notícias são apenas dos arquivos e mesas, um dia estão na sala da direita e no outro, estarão na sala da frente, procure um papel na mesa da Secretaria de  Planejamento e não encontrarão, não se surpreendam se incendiarem as dependências do legislativo e executivo antes de deixarem as mesmas,  forma infantil de escaparem das pesadas punições que estão por vir.

 

31- Tapinhas nas costas, sorrisos, tchauzinhos e buzinas. Realmente gostaria de acreditar que se trata de uma genuína mudança, mas experiência própria me diz que o candidato não tem o necessário pra realmente estabelecer um governo democrático e eficiente, usa muito dialeto e jargões que aprendeu no seu oficio, mas sinceramente, esta coisa de, “confie em mim que irei me moldando enquanto vocês me perdoam”, me assusta muito. Se surgir com um programa de governo será mais fácil avaliar, por enquanto é um tiro no escuro, promete aos nossos jovens muita alegria esporte e diversão, enquanto que para os mais velhos posa de enviado dos céus, salvador da pátria, um paradoxo de menino pobre de família rica. Poderá transformar nosso município
em uma Disneylândia, muita imagem e pouquíssima substância. Corremos um sério risco do estabelecimento de um neoliberalismo manco, afinal, o próprio “jingle” já diz tudo: “Chegou chegou, alegria geral!”

Queremos plano de governo!

 

Ouve-se muito falar em educação, como base para resgate social, como se fosse a última invenção depois do pão fatiado. Temos um jovem vereador aqui na nossa cidade que usa seu mandato par discursar sobre o tema, já esta virando um micro “Christovam Buarque” e se tornando um pré-candidato a vereador, em mandato, de uma tecla só, educação, educação, educação…..

Pergunte a esse vereador e demais companheiros o que fizeram de concreto pela educação municipal? Falar é muito bom, afinal é um ótimo discurso, porem não passa de discurso, se não houver competência para programar os mecanismos que irão atuar em uma educação e saúde de qualidade. Devemos perguntar aos candidatos, com detalhes, quais são as verdadeiras propostas de governo, afinal não queremos repetir a dose de Natal e do Doutor Picareta, que, nada fala nada ver e nada escuta.

E preciso ficar atento ao “besteirol” eleitoreiro que virá a partir de agora, e cobrar mais competência dos nossos representantes.

Eleições 2008!

15-14-31-13-25

15 e 14, alquimia estranha, o grupo novo, que aliás de novo não tem nada, diz estar certo da união com o 14, ouço falar por várias fontes, seguras, que “A 14” no momento tenta tirar da cabeça do marido, “O 14”, a idéia da candidatura (como se isso fosse possível). O grupo do 15, que no momento parece ser mais uma colcha de retalhos do que grupo, espalha essa idéia como se fosse fato, mas todos sabemos que por trás desta união acontece entre o 15 e 14 aquele velho diálogo mineiro, bem mineiro mesmo:

”Ocê tá dizendo que vai pra Manhuaçu pra eu achar que ocê vai pra Manhumirim, mas, ocê vai é pra Manhuaçu mesmo. O ocê vai é pra Manhumirim?”

A verdade é que para emplacar, o 15 terá que sair das esquinas e se auto reinventar para abrigar verdadeiros ideais em seu “grupo”, caso contrário vai ficar naquele teto dos três mil e um bocado de votos ou bem menos. Enquanto isso “O 14” morre de tanto rir equanto, sorrateiramente, embarca pra Manhuaçu.

31, segue a mesma estratégia que o troxe até aqui, bem, aqui onde? De qualquer forma no momento é uma preocupação para o 15 muito mais do que para o 13, 14 ou 25, vai trabalhando calado, porém mantendo a imagem de que algo gira em torno deles, reuniões, encontros, seguindo bem a cartilha do Jornalista Chefe, no momento é mais um “make of” do que uma campanha, mas como disse antes, foi assim que chegou até aqui, mesmo que o aqui ainda não seja algo como lá.

13, bem, o que dizer? Entre tapas e beijos é ódio é desejo …. Sabem que tem potencial para catalizar a vontade pública por mudança, mesmo que essa vontade seja algo bem maior que um ideal partidário, nunca saem do: “precisamos reunir rápido”, mas assim o tempo vai passando e o velho comentário de que “ é fácil enrolar o PT” vai se concretizando, pois está dentro do diretório a falha, e o 13 vai se vendendo por muito caro sem perceber que perde o valor a cada dia que passa. Por aqui sabemos que há uma força lá dentro, força feminina, está nas mãos dela as chances da legenda, só resta saber se ela já se deu conta disto.

25, com tanta desunião no quadro da oposição, o 25 segue seu curso, mas quanto a esses não tenham dúvidas, vão para Manhuaçu mesmo, não acreditem nessa balela de que não haverá reeleição, não é atoa que colocaram o bicho-papão tomando conta das nossas águas, não se preocupem com o aumento na conta de água agora, em meados de 2008 vai ter água de graça pra muita gente, tudo moeda política, é a nova compra de voto pré-pago,mais um produto das Organizações Tabajara, a gente paga agora e eles compram os votos depois, não se enganem, eles querem viabilizar a REELEIÇÃO!

Reeleição em Pescador

Grupo de empresários e deputados federais estudam parceria para garantir reeleição do PT em Pescador, parte de uma estratégia de intercessão política para abrir os mercados aqui nos Vales para a nova era de projetos socialmente responsáveis, com isso cresce a chance de uma eleição Petista aqui no nosso município também. Com certeza a política por aqui na região vai pegar, além do nosso municipio e Pescador, o PT quer fazer pelo menos mais cinco prefeituras interligadas, peço a Deus para estar de volta aqui e assistir de perto.

Grupo Político ou Gangue de politiqueiros?

O fim da era das grandes gincanas se explica pelo fato da maioria dos membros das equipes ter migrado para política, quando eu era jovem adorava gincanas, mas quem não se lembra daqueles membros “traíras”, a turma do leva e trás? E os trapaceiros? Ninjas como se diz hoje em dia. Pois é, estão todos crescidos, pais de família, mas o que é mais triste, troxeram para a política tudo aquilo que aprendeu de errado na famijerada “Gincana Cultural”, política e gincana, uniu aqui no nosso município, o sujo com o imundo. O mais interessante é que, ao invés de equipes, hoje se auto denominam “Grupos Políticos”, coitado de Karl, acho que “Gangue” ou “Quadrilha” definiria melhor a cúpula desses, vamos dizer, “grupos”.

Mutantes Socias, que defendem ética nas esquinas, enquanto tramam entre paredes, falam de progresso, mas são cegos.Todos sabemos que uma vez eleitos, irão soltar os companheiros do “grupo” na máquina pública perseguindo os outros, notem, os que hoje pedem votos, já tem seu pedacinho de queijo garantido junto ao seu “grupo”, observem bem.

Não adianda dizer, o que diz a atual administração pelos corredores, a famosíssima frase, 2/3 contra 1/3, não meus caros (muito caros por sinal), o poder é que persegue, quem estar no poder não é perseguido, a realidade aqui é, 75 indivíduos ( a cúpula do “grupo”) massacrando 3/3 da população, e não será diferente, ganhe qual for o “grupo” que ganhar. Vejam vocês, que até o mais novo dos nossos prefeitáveis ja começa a formar seu “Grupo”. Àgua morna como as outras.

Mas, algo mudou, cresce aqui no nosso município o discernimento político, logo será, toda uma população contra 300 indivíduos divididos em 4 grupos.

Uma nova comunidade brotou.
Vem aí, a CIDADE de TODOS!

Post Navigation