ITAMBACURICOPOLIS

Tapinha Dói

A relação entre a medicina e a política na nossa região é tão estreita que nem sempre e claro qual a função que esta sendo exercida em alguns consultórios, a do medico ou a do politiqueiro. É a famosa política do “Tapinha nas Costas”. Aqui em nossa terra, existe o que podemos chamar de Plano de Saúde Gratuito. Como funciona? Alguns médicos e medicas por estratégia política, esquecem, vamos dizer, de cobrar de alguns escolhidos, os valores de tratamentos, consultas, materiais, exames e até cirurgias, formando assim uma dependência entre eleitor e medico. Esse alívio ministrado por alguns médicos forma a base de seu grupo político, é dai que nasce algumas das dezenas de cabo eleitorais que se matam nas ruas em defesa do medico ou medica. É comum escutar pessoas que se dizem inteligentes comentar: “não posso ir contra esse ou aquele medico por medo de perder o meu Plano de Saúde”. Neste sistema político, algumas dezenas de prestigiados, compactuados, cúmplices de seus candidatos, empurram o grupo de seu medico ao poder, mesmo que para isso, outros vinte e um mil conterrâneos tenham que padecer nas mãos de uma administração cruel, desestruturada, incapaz de se relacionar com os verdadeiros problemas sociais. É o Tapinha se transformando em pancadas, em martírio de um povo. Tanto nas prefeituras quanto nos consultórios, alguns médicos e medicas se apoderam do publico como privado, assim montam uma cadeia de influencias e favores, com a propriedade publica. Protegidos por uma classe hipócrita e demagoga. Da próxima vez que alguém lhe pedir um voto para algum desses médicos ou para o candidato apoiado pelo medico ou medica, pare e pense, e bem provável que esse cabo eleitoral esteja ganhando de seu medico o famoso Plano de Saúde Gratuito e você ficará só com o Tapinha.  É inegável que nosso município afundou nas mãos do medico e da medica que passou pelo poder, como exemplo, o atual vice-prefeito Dr. Jackson, o destruidor de sonhos e esperanças, formador de quadrilha, junto com sua esposa Dra. Sanguessuga, criam insegurança, monopolizam setores como o da saúde, aterrorizam os que não submetem aos seus caprichos. Doutores, o seu tapinha dói, e como dói, dói no nosso bolso, dói na ingenuidade de nossas crianças, dói no idoso abandonado, dói nos analfabetos, dói nos sem teto, dói nos sem futuro que vocês criaram, dói no povo, dói na cidade e principalmente, dói na nossa alma.

O Povo Quer Silene

O 13 mostra união para nomear Silene como a próxima candidata a prefeitura de Itambacuri. A eminente apresentação de Silene como candidata não é surpresa entre os cidadãos engajados de nossa cidade. Silene ao longo dos anos vem crescendo como liderança e referência de respeito social em nossa região. A candidatura de Silene vem crescendo à mediada que ela toma consciência de representa par anos a melhor opção de governo, que ela representa o desejo de uma população, que ela representa da melhor maneira possível o povo de Itambacuri. Por ser uma proposta verdadeira, a campanha toma forma e desenvolve entre formadores de opinião, movimentistas e entre a classe majoritária da população.   Silene tem a melhor visão da problemática social e a competência para implementar os programas necessários para saná-los. Ela vem materializar os sonhos de várias gerações, como diz o grande Milton Nascimento: “Quem sonhou só vale se já sonhou demais…”, ela vem materializar o fim de uma era triste , vem mostrar que Itambacuri esta pronta e disposta a romper com a política do passado e mudar para melhor. Vamos lá Silene, estamos prontos para apertar o 1 e o 3 nas urnas e dar o grito de liberdade, de vitória, que irá ecoar por nossa historia.

Regularização Fundiária

Nos critérios do Governo Federal, Itambacuri  é oficialmente reconhecido como um município em que a economia urbana e alicerçada nas atividades ligadas ao meio natural, dando a nossa cidade os meios legais para desenvolver projetos no âmbito do agronegócio sustentável, voltado ao desenvolvimento social, ou seja, legalmente Itambacuri através de sua prefeitura tem e deve estabelecer sua própria fazenda , para o crescimento da cidade, de seu povo. Indo alem, Itambacuri tem meios legais de implementar sua própria floresta e garantir sua própria riqueza,  sua soberania municipal. Por muito tempo, Itambacuri se dividiu entre agricultores e não agricultores, é dado o momento de transformar cada morador em um agricultor, em um ambientalista, devemos  regularizar a situação fundiária e demarcar as terras municipais para o desenvolvimento, é nosso direito e nosso dever.   Podemos e devemos reverter este quadro de estagnação, a realidade econômica mundial esta ao nosso favor, com bom senso e conhecimento, pode-se receber os recursos necessários para o estabelecimento de uma fazenda comunitária, gerando conhecimento, emprego e dividendos. E junto à fazenda desenvolver a floresta municipal, estabelecendo uma cultura de respeito ao solo e a as águas, nossos maiores patrimônios. A Fazenda e Floresta Municipal comportaram como carro chefe do nosso desenvolvimento social sustentável, trabalhando em parceria com a agricultura familiar, este braço municipal será encarregado de absorver produção das agriculturas familiares, repassar conhecimento, gerar emprego especializado, estruturar o setor, negociar vendas, abrir caminhos e defender o Meio Ambiente. O sucesso de uma cidade com a nossa característica esta em  enriquecer defendendo a nossa própria riqueza, somente um programa de sustentação econômica municipal ancorado no desenvolvimento responsável de nossa agricultura, trará harmonia social. Por isso como escrevi acima, chegou a hora de transformar cada morador em agricultor. A regularização fundiária é inevitável para a transformação social aqui no nosso município, precisamos como comunidade, desenvolver uma relação saudável com nosso meio ambiente, a Fazenda Comunitária exercerá o papel mais importante do contexto, devolver ao povo, o que é do povo. Com a Fazenda o progresso deixa de ser refém das mentes tacanha de alguns poucos “Donos” de terra e passa a ser uma questão pública, do controle do povo. Olhe o mundo em sua volta e veja a riqueza que o cerca, deixe as garras da boa semente se aprofundar em você.

Amigos e Amigas

Sinto que devo uma explicação sobre os meus “quereres’ sociais. Muitos me perguntam onde quero chegar, ou simplesmente o que quero. Alguns querem saber mais sobre minhas visões, outros querem saber como podem se adequar no contexto.

Muitos dizem que penso grande demais, que minhas idéias são incompatíveis com a realidade municipal, outros dizem que sou louco, outros ainda dizem que sou imprudente.

Pensem!  Em um mundo globalizado que ilumina o presente e recria o passado, o que podemos chamar de realidade? Sobre a loucura? Sem ela, o que seria das conquistas? Ainda, se a prudência mora exatamente na experimentação, será que e prudente a alienação?

Leiam mais no Post abaixo:

O Que é Que Esse Cara Quer?

É uma pergunta que vem repetindo. Foi assim quando programei um encontro de família, foi assim quando tornei publico a minha vontade de governar Itambacuri e está sendo assim com o Itambacuricópolis. Todos, mineiramente, querem saber. O que é que esse cara quer?

Antes de começar expor as minhas visões, ou melhor, os meus “quereres”, é necessário que o indivíduo, o leitor, compreenda que:

1. A globalização é um processo em marcha, inacabado, que modifica as suas condições de autonomia, porém não o impede de refletir, pensar e agir.

2. A descentralização do poder nos possibilita sair de um mundo onde tudo que costumava ser natural (ou tradicional) agora tem de ser, em algum sentido, escolhido ou decidido.

Feita as observações, vamos ao que quero:

Quero uma Itambacuri “Globalizadora” ao invés de “Globalizada”.

Quero ser parte ativa no processo de revitalização da capacidade individual dos nossos cidadãos para então nos unir em associações, cooperativas e conselhos. Quero participar do renascimento de uma cidade onde o indivíduo, criança, jovem e adulto encontre novos meios de refletir, pensar, agir e principalmente imaginar. Uma cidade que devolva ao cidadão sua autonomia.

Quero uma Itambacuri que encurte o distanciamento entre as formas institucionais existentes, sejam jurídicas ou políticas, possibilitando os nossos cidadãos reconhecer nas leis, nas instituições, as suas próprias leis e o seu próprio poder.

Quero uma Itambacuri que reconheça que a autonomia é requisito básico para a participação política do indivíduo. Somente um indivíduo autônomo é capaz de processar e selecionar informações, ter domínio de conhecimento, tomar decisões e posicionar-se frente a um mundo de riscos, incertezas e conflitos sociais.

Quero uma Itambacuri onde a cidadania seja compreendida como soberania, onde os indivíduos possam alcançar um grau de participação, de autoconsciência.

Quero uma Itambacuri onde o indivíduo supere as práticas políticas instituídas no passado pelos grupos locais que ditavam os “desrumos” econômicos e as regras de vida nos limites territorializados dos seus currais eleitorais.

Quero Itambacurienses livres da submissão, do conformismo e da alienação, via principal para o alcance da reflexividade social, do conhecimento atualizado, da tomada de decisão e, por conseguinte, da própria participação política. Posicionar-se exige a superação da crise da razão, do rompimento dos limites impostos pela tradição.

Quero uma Itambacuri que busca soluções no âmbito da geopolítica que nos cerca, um caminho que pode conduzir os indivíduos a uma união. Para tanto, é necessário aprender a desterritorializar decisões, definir ações políticas que alterem estilos de comportamento, hábitos, padrões e especialmente mentalidade.

Quero uma Itambacuri com uma nova concepção acerca da transformação social e da prática da política. Com práticas diferenciadas, flexíveis, movimentistas.

Quero uma Itambacuri que desafie o cidadão a vencer suas dificuldades, que crie meios de conduzir o mesmo a compreender que a política deve ser uma atividade lúcida, que necessita de homens lúcidos, capazes de lutar por uma sociedade autônoma, que forme necessariamente indivíduos autônomos.

Quero uma Itambacuri Informada e informatizada, com uma sólida plataforma de comunicação, na qual possamos difundir e florescer aplicações em áreas de alto conteúdo e retorno social, como educação, saúde, meio ambiente, agricultura, indústria e comércio.

Quero ajudar a tirar Itambacuri do século 19 e abrir as portas para o século 21.

Quero uma Itambacuri que ascenda a chama interior de cada indivíduo. Quero uma Itambacuri alinhada ao evangelho cristão.

Dona Deja e a Aritmética do Sufrágio

Números, numerais e algoritmos. Escutamos em Itambacuri nas ultimas semanas, aqui e acolá a palavra pesquisa sendo aplicada como se os falsos pesquisadores tivessem alguma noção da matemática envolvida nos estudos. E como o fenômeno da copa do mundo produz milhões de técnicos, é neste período que vemos brotar cientistas políticos até dos bueiros.  Andei por nossa Itambacuri atrás de números por mais de 18 meses sem sucesso. Na Policia Civil o delegado complica mais do que ajuda na hora de divulgá-los, na secretaria de educação, diziam eles, temos, mas estão escritos a mão aleatoriamente, na secretaria de finanças, claro, são disponibilizados de forma nada transparente para confundir, nos recursos humanos trabalhadores tiram férias mais do que devem por falta de sistema adequado, na assistência social não sabem pra onde o vento toca, na secretaria do planejamento a própria UNEC confessou em reunião no anfiteatro, ter preparado o Plano Diretor com estimativas grosseiras, pois eles também não encontraram números em lugar algum, ou seja, planejaram no breu. É neste panorama de uma lenda sem dados que agora desponta por toda a parte os senhores das pesquisas eleitorais com dialéticos de mecânico vagabundo onde trocam “rebimboca” por termos de politiqueiro de esquina. A pesquisa eleitoral é usada por golpistas para nos passar a impressão de que sabem de algo que os outros não sabem. Uma falsa áurea do saber é criada, geralmente para camuflar mais do que para informar, e quando informam, fazem de forma irresponsável e manipulada. Se os candidatos e pesquisadores são tão interessados em informações perguntem a eles os verdadeiros dados municipais e logo eles irão encher a boca com os documentos do IBGE, órgão que ensaia com esta ultima estimativa com auxilio do palmtop, sair do descrédito.  Levará senhoras e senhores outros 15 a 20 anos para os dados do IBGE serem aceito pelas instituições financeiras nacionais e internacionais e consequentemente em projetos de impacto se tudo correr bem. Nesse quadro de total falta de informação, quero deixar aqui registrado a melhor previsão política que escutei em Itambacuri, veio de Dona Deja, amiga, moradora da Volta da Lagoa, me explicou que no Brasil tem peixe grande, mas que felizmente tem também milhares de lambaris, e que os lambaris agora depois da segunda vitória do povo à presidência aprenderam que juntos podem vencer os predadores.  E como sabemos que é a maioria que elege o poder, não carecemos da aritmética dos farsantes, dos números artificiais, divididos, irracionais ou da subtração, fujam dessas frações. Enquanto eles brincam com o ábaco, num mundo sem números, ficamos com a sabia explanação de Dona Deja: “Aqui em Itambacuri a maioria é lambari.”

Mudar Itambacuri – A Saga – Cap.1

Era meado de Dezembro 2004, fim de uma reunião no Banco de Investimentos Intensa na City em Londres. Geralmente é feito as devidas apresentações no inicio de reuniões como esta onde apresentamos nossos currículos e lugares de origem, sempre que falo que venho de Itambacuri, gera entre os participantes curiosidade e um clima de descontração, imaginam vocês como soa a palavra Itambacuri, em Londres, depois de apresentações como, venho de Paris, Genova, Brasília, Luxemburgo e Bruxelas.

Lembro-me bem quando fui abordado por um assessor da casa legislativa federal brasileira que lá estava. Ele parecia bastante curioso sobre minhas origens e quis saber mais sobre esta cidade de nome curioso.Expliquei na época que Itambacuri era uma cidade rica em cultura, onde a educação foi referência na região, onde tem um controle de uma minoria que se acham ricos, uma cidade pitoresca de Minas com potencial porem politicamente negligenciada e que merecia mais atenção.Ele logo se dispôs a ajudar, me disse que tinha no Legislativo o programa interlegis que poderia informatizar a câmara municipal com computadores e internet via satélite, que alem disso, dispunha também de toda capacitação aos vereadores e assessores com limite de 21 vagas em cursos especializastes e que poderia incluir Itambacuri nas primeiras 30 cidades mineiras para receber a informatização.Logo liguei para Itambacuri para saber qual era o nome no Legislativo Municipal mais indicado para implementar o programa, fui informado na época que  o nome mais indicado era Charbel Salman e prontamente passei para Charbel o telefone e endereço no inicio de 2005 para fazer a finalização oficial.Imaginam vocês a vergonha e choque que tive quando recebi um telefonema  da casa legislativa federal onde o assessor me pedia para tomar cuidado com quem eu me envolvia politicamente, ele continuou: “Rubens, o seu contato em Itambacuri, o vereador Charbel, me telefonou a cobrar de um orelhão, com conversas alheias as negociações do Programa Interlegis, ele ligou para oferecer trabalho de campanha, inclusive colocando preço no numero de votos que poderia conseguir para o Deputado. Fique tranqüilo, descartei a proposta dele de deixar você for a das negociações sobre o Interlegis e disse que na região era você o nosso contato.” Pedi desculpas, expliquei que o nome havia sido indicado e que seria mais cauteloso nas próximas apresentações, ele continuou:

“Não se preocupe, o programa continua disponível, Itambacuri já foi  aprovada na comissão de orçamento e só precisamos agora de um contato oficial mais ético para finalizar o processo.”

Terminei falando que iria tentar contatar o Prefeito e que retornaria com novidades. 

Acompanhem a minha saga nos meandros políticos mais baixos que já encontrei, começou com esse episodio acima o meu envolvimento político em Itambacuri. Entre tropeços e aprendizagem acompanhem a minha jornada do centro financeiro europeu à realidade tacanha dos Jecas Tatus intitulados de doutores, vereadores, prefeitos e damas.

Vejam na próxima edição da Saga: O comportamento do Executivo quanto à possibilidade da câmara municipal receber Internet Via Satélite. Imperdível.

Silene a Candidata certa

Indiscutivelmente o nome de Silene dentro da nossa sociedade ocupa um lugar de destaque não somente por sua capacidade intelectual, mas principalmente por sua força de articulação política e seriedade na questão publica. 

Silene vem através dos anos apontando o norte político para uma maioria descriminada na nossa sociedade, defensora incansável dos direitos da Criança e do Adolescente, e da Família por conseqüência, Silene é respeitada em todo estado mineiro pelo seu trabalho e por sua pessoa. 

Em um município com tamanho déficit social, é inteligente que tenhamos uma representante que conheça na pratica os escaninhos da nossa realidade e que esteja engajada com as diretrizes federais para melhor adequar as decisões municipais, e mais, é imperativo o reconhecimento da integridade da nossa próxima gestão para liberar os recursos financeiros necessários para o trabalho da reconstrução de nossa sociedade, sabendo que a cada passo se torna mais difícil a liberação de recursos sem que, previamente seja garantido a transparência nos gastos e o passado limpo do gestor. 

Para estabilizar nossa historia política, assim como em outras países, temos que eleger um representante da maioria, e além de uma gestão preparada para enfrentar os desafios sociais, teremos que pensar em uma gestão capaz de integrar a sociedade e talhar o caminho para o futuro justo. Silene é a opção mais inteligente e segura para garantir o direito da maioria e mudar o nosso quadro político para melhor.

Itambacuri, PT 2008 – Cara Própria

Acostumados a embolsar o PT com o famoso joguinho político, desta vez os nossos jurássicos prefeitáveis terão mais trabalho para engambelar o povo na próxima campanha. O PT mostra maturidade política e passa este mês por uma reestrutura na diretoria, graças é claro ao exemplo de democracia que Lauro mostrou quando colocou a mesa a disposição do partido. A eleição da diretoria será assessorada pela esfera estadual do PT.   Feita as eleições o partido contará com o apoio do Deputado André Quintão, que esteve na cidade para agradecer os votos e colocar o mandato a disposição dos eleitores, André Quintão apoiará o trabalho de base e também a preparação para as eleições 2008 onde certamente o PT lançará candidatura própria. Têm-se uma chance de reverter o quadro centenário de recesso socioeconômico, o momento é este, vamos deixar de lado nossos umbigos e apoiar coletivamente essa nova era do PT em Itambacuri e dar adeus à época da lambança.

Para não dizer que não falei das flores

Se realmente queremos levar o futuro da nossa cidade a sério, teremos que estar bem preparados para avaliar de maneira responsável a nossa cultura de gestão, já que para todos os fins, é o modelo de administração que irá nos conduzir ao futuro desejado. 

Não será necessário ressaltar a honestidade e a descentralização do poder, já que essa forma de administrar é previsto na Constituição Brasileira, gostaria de abordar aqui a prática de uma cultura administrativa capaz de nos trazer ao presente e pavimentar o curso para o futuro.  

 A introdução da tecnologia da informática no nosso cotidiano será vital para que possamos usar o nosso valor humano a serviço da reconstrução de uma nova cidade, com uma administração menos burocrática mais enxuta e otimizada, poderemos mirar na capacitação dos servidores públicos e atuantes da sociedade civil para que juntos esses se tranformem em agentes do progresso. Um modelo de gestão concentrado no fortalecimento e modernização dos Recursos Humanos. 

Uma cidade com sinergia entre governo e sociedade fortificada pela integração e preparação nos departamentos públicos, será infalivelmente palco para o espetáculo do progresso sustentável, onde o valor de cada cidadão possa desenvolver na sua plenitude. 

Uma cidade onde o debate social desvie dos discursos retóricos, onde o departamento responsável seja de assistência a nossa natureza humana. Que nossas ações sociais sejam calcadas na recuperação e impulsão da malha social. 

Tão importante quanto um estado laico é um estado livre das castas, onde o talento e competência individual sejam os únicos fatores qualitativos nas contratações, promoções e indicações. Única forma equilibrada de administrar. 

Não vou nem quero complicar o discurso, muito pelo contrario, quero apenas apontar que temos terras, água, sol, vento, conhecimento, uma constituição a nosso favor, algumas dezenas de novas leis claras e executáveis contidas no estatuto da cidade e recursos financeiros suficientes para construção de novas vidas e novas oportunidades.  

Temos em nossas mãos os instrumentos necessários para a consolidação de uma cidade modelo, onde nossa luz possa brilhar e iluminar o caminho na formação de um novo país. 

O Brasil que desejamos começa aqui, começa em uma sociedade onde Deus esteja no centro das nossas ações.

Plano Diretor Clandestino

O Plano Diretor elaborado pela Prefeitura juntamente com a UNEC, não passa de uma farsa, um teatro de vampiros. Ao oposto de Participativo, o documento que será levado a câmara não é nada mais que uma transgressão do estatuto da cidade em vários se não em todos os pontos que regulamenta um verdadeiro Plano Diretor Participativo. O bigode pode tampar a boca, mas infelizmente não segura as mentiras que saem da mesma.

Mais uma vez a cultura do “nós num sabe, nós é tapado” reinou na cerimônia  oficial no Clube, pobres professores da UNEC, tanto estudo para começar seus dias de urbanização entre tolos e ignorantes, deve ser uma visão ridícula, observar-los elogiando e admirando uns aos outros, tolos elogiando tolos, ignorantes elogiando ignorantes. 

Não é de se estranhar que a trupe de Natal e do Doutor tente nos enfiar este plano falso garganta abaixo, visto que um Plano Diretor devidamente elaborado irá tocar no assunto mais temido para estes falsários, DEMARCAÇÃO FUNDIÁRIA. 

Dentro de todo universo que diz respeito ao estatuo da cidade, a questão fundiária, no tocante da função social do solo, é a que tem maior destaque e a mais importante e também oferece vários outros instrumentos: de Regularização urbanística e fundiária; a possibilidade de criar Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS); utilização compulsória de terrenos e imóveis considerados subutilizados; fazer valer o Direito de Superfície; obter Concessão Especial para Fins de Moradia; destinar patrimônio público para programas de moradia, dentre outros. Mas eles, claro, tem muito interesse em defender os interesses dos donos da terra, pasmem vocês, até mesmo o padres sofrem para ter suas terras demarcadas, durante os anos muitas cercas mudaram misteriosamente para dentro das terras, nossas terras.  

Quantas vezes os registros de terras desapareceram misteriosamente dos cartórios? Será que já deu tempo de investigar e adicionar as terras devolutas ao plano diretor clandestino?  

Como vocês podem ver, quando finalmente chegar o dia de elaborar um verdadeiro Plano Diretor, tenho certeza que o município há de encontrar um bom pedaço de terra para programar uma fazenda experimental, quiçá uma fazenda educacional, entre muitas outras iniciativas.

Pérolas da Dama de Espadas

Essa foi uma das mais belas, em reunião oficial em minha casa, a primeira dama resolveu me contar a vitória do marido, dentre muitas, vejam só, a dama explicou como teve acesso aos “morros” como eles chamam: 

“ Olha Rubinho, os fazendeiros todos da região foram contra a gente, mas o povo esta todo com Natalino, fomos os únicos permitidos a  fazer campanha nos morros e favelas, é que conhecemos bem os traficantes desde crianças” 

rarará!

Nossas Senhoras da Assistência Social

É fato que justamente no social, onde as mulheres hoje comandam que se encontra a nossa maior chaga administrativa, mirando a próxima eleição, mais uma vez as Damas de Espada não inovou, tirou a Assistência Social da inércia e ensaia transforma-la na principal vedete eleitoreira embalada pelo Samba do Crioulo Doido.

Se algum eleitor desinformado pensa que as ultimas mudanças no quadro da assistência veio para assistir e cumprir o que é de natureza da finalidade estão enganados.

As senhoras da assistência tanto municipal quanto judicial criticam seus usuários, não entendem a problemática, as mesmas que usufruem dos cargos com ideários elitistas, são as mesmas que cobram austeridade na formação dos nossos filhos e culpam os trabalhadores semi-escravos por deixarem os seus ao deus-dará; pois precisam trabalhar dia e noite, com o propósito de mal alimentar seus rebentos. Culpam estes até por darem cria.

Para entender melhor as novas contratações de socialites travestidas de socialistas na área social, vamos ter que voltar no tempo e reviver 50 anos de historia, onde era comum as socialites, colocando elegantemente para não dizer trambiqueiras, separar doações de roupas e artigos vindos do exterior em favor próprio, ou mesmo lembrar que já vem de longa data os desvios não só de roupas mais também de alimentos, verbas e cargos. De lá pra cá, podemos ver o estrago, podemos ver as mazelas por toda parte e mesmo assim, elas insistem em continuar no mesmo caminho.

Para ter uma visão melhor do quadro, sugiro ao leitor, escrever em um pedaço de papel os nomes das recentes contratações e fazer as ligações com a historia suja e recente de nossa política, verá a estratégia para manter a hegemonia do controle, verá que as famosas famílias do poder tramam em almoços à francesa a consolidação do status-quo que lhes serviram tão bem até agora.

Nada como o calor fervente das denuncias para fazerem os blocos que estavam separados derreterem e se unir em defesa da casta e contra um inimigo em comum, o risco de perder a teta.

Constata-se que as mulheres não se mostram nada diferentes dos maridos. Incapazes de reverter o quadro atual, as nossas senhoras do social revelam-se cada vez mais maquiavélicas e gananciosas.

Feliz dia das Mães! Feliz dia da Abolição!

Neste dia das mães pensei em  homenagear a minha mãe publicando um de seus poemas, não foi ao acaso que escolhi um poema que faz referência a condição atual de muitas mães que precisam deixar seus filhos de lado enquanto servem as modernas “sinhás”, que ainda, de forma covarde, gozam em manter um Brasil informal, dessa forma mascarando a escravidão por conveniência.

Um pedido, que Deus na sua infinita concepção acalente neste dia das mães especialmente, aquelas mães que perderam seus filhos, vítimas da violência, em destaque um abraço a nossa querida Nem, que assim como as outras, neste dia mais do que nos outros precisam de nossa oração.

Um agradecimento a Deus por ter me permitido ser filho de uma mulher tão corajosa, forte e justa, agradeço ainda por ter abençoado meus três filhos com uma mãe igualmente corajosa, forte e justa, obrigado Senhor!

Gostaria ainda de homenagear as mães guerreiras de nossa terra que mesmo com as dificuldades, entenderam que o tempo de doar suor, sangue e lágrimas, sem contudo ser ninguém já se foi e preparam seus filhos para um mundo de respeito social, livres do preconceito, uma homenagem a essas mães que moldam um novo Brasil, um Brasil filho de Deus!  

Abolição do Preconceito

Por Regina Souza de Magalhães (Tequinha)

Negra, antes que seu leite seque

Põe seu negrinho na esteira

A sinhá esta lhe chamando

Pra o sinhozinho amamentar

Vai saindo de carreira

Menino branco esta chamando

E branco não pode esperar

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Negra, não cante esta canção

Pra seu negrinho agora

A sinhá esta lhe chamando

Pra o sinhozinho acalentar

Deixa o negrinho pra outra hora

Menino branco esta chorando

E branco não pode chorar

———-

Cem anos se passaram

E pouca coisa mudando

Muitas “Sinhás” ainda chamam

E os negros sem demora vão doando

Seu suor, sangue e lágrimas

Sem contudo ser ninguém

Sem conforto  e sem vintém

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Mas que maldição é esta ?

Mas que destino meu Deus?

Se somos todos filhos seus

Casos da Política Mineira

O Caso do Doutor Corrupto 

Não sei por qual motivo me lembrei do caso do rapaz que vivia chamando o Doutor de Corrupto.  

O Doutor não agüentando mais a situação, chamou alguns parentes do sujeito para tentar resolver: 

_ Olha seu sobrinho esta passando dos limites, deixo bem claro, se vocês que são parentes não resolverem o caso, vou levá-lo aos tribunais. 

Os parentes, conhecendo muito bem o caso, nem tiveram o trabalho de tentar, o rapaz estava convicto e não abria mão de sempre chamar o Doutor de Corrupto. 

Um dia, cruzando com o Doutor pela calcada, o rapaz olhou bem dentro dos olhos do Doutor e disse: 

_ Tenha uma boa tarde Corrupto! 

O Doutor insultado procurou um advogado e dentro de poucos dias a intimação para comparecer a uma audiência chegou as mãos do rapaz. 

O Juiz abriu a audiência dizendo ao rapaz: 

_ A situação não é boa, consta no processo depoimentos de varias testemunhas, inclusive de familiares seus, confirmando que de fato o senhor chama abertamente o Doutor aqui presente de Corrupto. Isto e inaceitável, estamos aqui para resolver esta situação da maneira mais simples possível, peço ao senhor que a partir deste momento na chame mais, o Doutor aqui presente, de Corrupto. 

O rapaz quis questionar que de fato o Doutor era um Corrupto e por isso não via insulto nenhum em falar a verdade, no que foi imediatamente cortado pelo Juiz afirmando que se caso o rapaz chamasse o Doutor, lá presente, mais uma vez por Corrupto, ele iria imediatamente para cadeia. O rapaz sem saída aceitou e se levantou dizendo: 

_ Entendido, tenha uma boa tarde meritíssimo. 

Quase saindo da sala de audiência o rapaz olhou para trás e perguntou: 

_ Meritíssimo! E se eu me encontrar na mesma sala com um Corrupto? Posso chamá-lo de Doutor? 

O Juiz respondeu: 

_ Bem, se o Corrupto aceitar… 

O rapaz então se despediu: 

_ Tenha uma boa tarde meritíssimo, tenha uma boa tarde o senhor também Doutor.

Bezinha, exemplo de Espiritualidade Ativa

Mencionei no artigo “Esperando pelo Ônibus”, o poder que os jovens em espírito possuem para transformar nossa realidade. Por natureza nosso espírito não degenera, não gasta, não enfastia e é por isso que nunca devemos deixar de ansiar, buscar, transformar. Não foi possível passar por Itambacuri sem notar um grande número de aposentados, não os aposentados pela previdência, mas os que chamo de aposentados de Deus. Aposentadoria Previdêncial não significa de  longe uma Aposentadoria Providencial, é justamente na 3ª idade, mais maduros, mais experientes e livres do labuto obrigatório que deveremos buscar ainda com mais força o pão espiritual de cada dia. 

Não poderia deixar de realçar aqui o maior exemplo que encontrei dessa força espiritual ativa, de uma verdadeira jovem de espírito, nossa querida Bezinha. Reencontrar Bezinha foi um dos maiores presentes que Ele me reservou. Absorvi durante minha estadia um pouco da energia jovem que ela possui que sai do fundo do seu espírito e transborda pelos seus olhos e alinham suas palavras, olhos que brilham, confiantes no propósito divino. Em vezes me sentava perto dela e queria de alguma maneira absorver seus conhecimentos, “ me plugar” de alguma forma, nesse maravilhoso mundo de fé e sabedoria cotidiana.   

Bezinha significa muito nesta luta que ainda temos pela frente, serve de exemplo para muitos, exemplo de que não há idade para almejar dias melhores e que também não há, definitivamente uma para parar, esta última só Ele decidirá, enquanto estiver-mos por aqui, ainda há algo a fazer, ensinar e aprender. 

Querida Beza, obrigado, obrigado por tudo, por me entender, e ter me atendido. Obrigado pela luz de seus olhos, pelos seus abraços, gostosas gargalhadas, por sua força, por sua alegria. Obrigado por tudo que você já fez, faz e fará. Obrigado por ser esse espírito ativo entre nós. Obrigado por sua intelectualidade rica e ainda leve. Obrigado pelo carinho que tem pela minha esposa e filhos. Obrigado principalmente, por ter ido tantas vezes acompanhada de Léia e Li ao meu resgate. 

Beza, te amo por tudo que você é e representa, obrigado, obrigado, obrigado. 

Plutônio Puro

Costurando por entre os crivos da minha família, os senhores e senhoras Torres e Perdigão, confiam que as intimidações de um processo surtirão algum resultado.  Sinto informar que não estão lidando com um menino inerme. É justamente lá que quero encontrá-los, é justamente sob a morada da justiça que planejo combatê-los, aos senhores, senhoras e tantos mais que se julgam acima da lei e tratam o publico como privado.   

Afastem-se de seus mandados, venham a publico debater o que realmente esta em aposta neste embate. Venham à Casa da Justiça discutir fraude administrativa e corrupção. 

Processem, mas preparem-se para uma longa e dolorosa avenida. Pagarei por qualquer dolo que a justiça venha entender que cometi, porem fiquem avisados que todos os seus crimes também serão cobrados de acordo. 

Basta me convidar com o processo com qual vocês me ameaçam.  Junto com o advogado, contrate também um bom diplomata. Após o embate jurídico, ainda terão muitos afazeres para tentar reconstruir as suas enfumaçadas bolhas sociais depois de uma colisão que promete abalar o alicerce municipal.  Estou à espera e disposto. 

Quero ver se você tem atitude e vai encarar!

Esperando pelo Ônibus

Venho recebendo reclamações dos universitários que ainda esperam pelo ônibus prometido pela atual administração. A falta do ônibus é apenas a ponta de um imenso iceberg e este iceberg terá de ser triturado com as nossas próprias mãos. 

É compreensível a urgência de um meio de transporte para os universitários, porem é necessário, especialmente na área educacional, discernir o que é prioridade e o que é urgente. 

Esperamos que não só os universitários mas também os estudantes do segundo grau que em breve se tornaram também universitários, tomem consciência de que a ajuda não virá somente por cobranças e passeatas, essas são apenas parte da mobilização, as cobranças e passeatas na maioria das vezes são as fitas que selam o pacote completo, a etiqueta devidamente endereçada, a entrega. 

Para mudar o quadro atual e garantir a cidadania, serão necessárias ações concretas originarias de uma reflexão: Qual cidade queremos? As denúncias dos jovens estudantes, universitários e professores são muitas, contudo as falas documentam a esperança de transformar a realidade e construir opções de futuro. É forçoso que criemos meios para escutar os jovens, criar políticas publicas para incrementar a capacidade de escuta e promover a cidadania. Não falo aqui somente de políticas com resultado a longo termo, precisamos e devemos respeitar a natureza jovem, mesmo debatida a categoria do “presentismo” que Alberto Melluci sustenta tem a ver com isso, os jovens antecipam os tempos, se sentem ‘seres de pertença’. 

Se estabelecer-mos políticas públicas com a marca do visível, do próximo, do possível, alterará as noções de militância juvenil vigorando as práticas de inserção a partir de um futuro prometido e afiançará que todo sacrifício vale a pena.  Jovens querem o mundo possível, próximo e viável. Devemos catalisar a força jovem, o “presentismo”, em combustível para a mudança do nosso fato social. 

As desonras sofridas pelos nossos jovens, estudantes, universitários e também pelos nossos professores fazem parte de um sistema político censurável, uma verdadeira fabrica de escravos, já que sem mão de obra especializada, eles poderão continuar pagando a ninharia que  pagam aos trabalhadores pelas fazendas, hospitais, lares, escolas e comercio. Sem uma sociedade educada eles garantem a cultura da falta de saber, terreno fértil para desrespeitar a constituição e estabelecer o caos social, nada de preto no branco, é do cinza que eles mais gostam. 

Somente os jovens no espírito, com os pinceis da mutação tem a capacidade colorir novamente a nossa cidade, depois de retocada, podem ter certeza, seja qual for o caminho que escolherem, lá estará o ônibus lhe esperando.

O Fim da Retrograda Cultura Coronelista

Deparados com o debate público sobre o lançamento do nome de Silene como escolha bastante popular para prefeitura de nossa cidade nas próximas eleições, nossa elite, inchada de pretensão, não tardou em iniciar o velho discurso contra o PT, tentando
vincular à candidata somente a imagem do partido. Não irei defender o partido neste artigo, longe disso, quero aqui, denunciar essa velha tática da falida elite Itambacuricoense. Trajados de uma cultura que não possuem, destilam veneno contra a transformação, camuflando o medo de perder o poder, por um discurso retrogrado de desprezo a esquerda e coalhado de moralismo fajuto.

O que esta em jogo não é um debate entre esquerda ou direita e sim uma tomada de posição da nova classe de eleitores que brotou em nossa terra, e é justamente isto que os coronelistas tanto temem, hora, quem a conhece sabe que Silene, é de longe, o nome mais indicado para prefeitura.

Querer confundir os cidadãos, inflamando um debate de dualismo entre esquerda e direita apenas mostra quão longe da realidade social e da realidade da verdadeira política anda a podre “intelectuária” local. Tentar emplacar o defasado discurso golpista vem provar o preconceito, preconceito contra a classe popular. Querem manter este estado de “presente constante”, adiando para sempre o futuro, adiando em beneficio próprio a tão sonhada mudança.

Vivam os novos tempos, viva o novo, viva a mudança, unidos o povo levará Silene à liderança!

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