ITAMBACURICOPOLIS

24 parágrafos proferidos há 24 anos atrás

Alguns irão pensar que o discurso proferido por Rubens Luiz de Magalhães, no “post” abaixo, deveria ser publicado na semana comemorativa da nossa independência.

Publico justamente fora das comemorações, para que uma profunda reflexão sobre a verdadeira independência que almejamos, seja feita por todos.

São 24 parágrafos, proferidos há 24 anos atrás. Tenho certeza que o bom leitor irá se deliciar com a impecável escrita, talhada sob a ótica exata da nossa realidade social, ao fim da leitura ficará a impressão de que o mesmo fora proferido há 24 horas atrás.

Longe da demagogia das comemorações, sugiro ao leitor uma tomada de posição em busca de nosso desejo de independência, de um Estado de Direito, em uma cidade “mais amena, mais rica, mais justa, mais querida”!

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Ecos do nosso passado

Discurso proferido por Rubens Luiz de Magalhães na concentração cívica do dia 7 de Setembro de 1983 em nome das Autoridades Judiciárias da Comarca.

Cumprimento as autoridades presentes
Senhores,senhoras, jovens, crianças!

Convocado que fui para proferir estas palavras neste dia em que comemoramos o 161º aniversário de nossa independência, em nome das Autoridades Judiciárias desta comuna, discumbo-me do ônus, com prazer, com carinho e profundamente preocupado com a responsabilidade da missão.

Nossa primeira palavra é uma palavra de fé no jovem de Itambacuri!

Depositamos no jovem de hoje toda nossa fé e esperança na medida mesma em que as tendências mundiais se deslocam para os paroxismos do desespero e da violência entre os homens particularmente considerados, mas, igualmente, enquanto formadores de sociedade e de nações.

Esperamos, com fé e renovada esperança que hão de surgir do seio de nossa juventude autênticos líderes, dos quais, toda a sociedade mundial esta a mingua.

Temos fé em que os homens de amanhã, independentemente da cor de sua pele, independentemente de seu credo religioso e independentemente de suas convicções políticas, terão seu lugar assegurado no seio da comunidade, muito mais em função de sua capacidade realizadora e empreendedora que por quaisquer outros valores menos referenciáveis e menos confessáveis.

Temos fé que serão perpétuos e respeitados os princípios indeclináveis e irrenunciáveis do ser humano, sintetizados, magistralmente, conforme bem alinhados na Constituição do Estado da Virginia, de 12 de Junho de 1776, onde se declara que: todos os homens são por natureza igualmente livres e independente, e tem certos direitos que lhe são inerentes, dos quais não podem quando entram num estado de sociedade, seja por que acordo for, privar e despojar a sua posteridade: tais como o direito a vida e a liberdade, com os meios de adquirir e possuir bens e de buscar e obter felicidade e segurança.

Por isto, entendo que um Estado de Direito deve ser a preocupação diuturna de um povo livre, por constituir algo mais condizente e mais consentâneo com a própria natureza humana, sendo de todo louvável que os meios de educação e sistemas afins que são, por excelência e por eleição, os mais adequados, se posicionem de tal maneira que possam, sem pretender incutir ideários tendenciosos e partidários, debruçar sobre o assunto com a devida atenção e respeito.

O legitimo é o Estado de Direito onde o Direito constitua a tonica das ações.

É de todo necessário e indispensável que criemos esta receptividade e clareza para que o individuo. Principalmente o jovem, veja através da transparência e aprenda, desde a mais terna idade, que o homem deve se curvar ao império da força do direito, mas deve repudiar, com toda veemência e por todos os meios ao seu alcance, o estabelecimento do direito da força!

O momento, senhores, não e dos mais tranqüilos.

O Brasil se debate em profunda crise econômico-financeiro, ao mesmo tempo em que é flagelado no norte pela seca inclemente e no sul pelas recentes inundações.

Contudo, não devemos e nem podemos desesperar. É melhor acender uma vela que maldizer a escuridão.

As grandes descobertas, por mais paradoxal que nos possa parecer, nos foram dadas pelas guerras, que são as grandes precursoras das grandes descobertas e da melhor tecnologia para os tempos da paz.

É das profundezas incertas e insondáveis da morte que os cientistas extraem os segredos da vida.

Com igual veemência pode-se dizer que as catástrofes que se abateram sobre nosso país poderão servir de subsídios para novas tomadas de posição.

De nada nos valerão os códigos reguladores da atividade humana se não houvermos assegurado, antecipadamente, a igualdade entre os homens.

Assim por exemplo, os desníveis existentes entre as camadas sociais, deve ser um problema de prioridade absoluta, é de todo importante e mesmo indispensável, que o legislador descubra meios reguladores da riqueza nacional visando assegurar, também, aquelas camadas menos afortunadas da sociedade a participação na economia gerada globalmente, única maneira realmente eqüitativa de se promover a justiça, visando a paz social.

As recentes catástrofes que se abateram sobre o povo brasileiro sob as formas de secas que fustigam e assolam o nordeste brasileiro e das enchentes que flagelaram o sul do país, tiveram o condão de despertar a amarga, mas útil lição de que a distribuição de riqueza é fato perfeitamente possível, e coisa factível e desejável, desde que o homem se desvista de seu egoísmo milenar e se disponha a dar um pouco de si, um pouco do que lhe sobra, conscientizando-se de que a doação parcimoniosa não diminui o patrimônio de quem da, mas enriquece e enobrece tanto quem da quanto quem recebe.

Se acreditarmos com fé verdadeira no provir que já bate as portas, não será em vão a nossa crença.

As autoridades competem, evidentemente, o mando do município e comarca por delegação de quem de direito, é nossa esperança de que as autoridades constituídas de Itambacuri, nos meandros de sua atividade se dêem mais para que sua ação seja calcada no Direito e na Justiça. Pedimos mais: se houver conflito entre o direito e a justiça, que a ação penda mais para essa última, evitando-se os rigorismos jurídicos e os preciosismos dialéticos que na maioria das vezes, no afã
de promover a justiça nada mais fazem se não a mais grave injustiça:

Entendemos, em fim, que uma ação bem orientada, onde povo e governantes possam exercer sua participação de maneira livre, conscientes e responsável, será, naturalmente, esperamos, precursor e formador de um grande Brasil.

A Soberania Nacional não se impõe pelas armas, por mais sofisticadas e poderosas que possam ser. Ela é imposta com mais peremptoriedade pela internalização consciente, em cada brasileiro, dos valores morais e espirituais.

Defende-se a pátria, muito mais eficazmente, com as armas da intelectualidade e da ética que as convencionais.

Defendê-la-emos com maior ênfase a partir do momento em que a soberania deixa de ser uma questão de mera fronteira física e extrapola para o terreno fértil, porem, pouco explorado, do nosso ideário, COMO NAÇÃO, COMO POVO, COMO GENTE.

Tenho dito.

Itambacuri,
07 de Setembro de 1983
Rubens Luiz de Magalhães

Funções corrompidas ameaçam o Funcionalismo Público

O nosso prefeito  e vice estão famintos por mais  cargos de confiança, provavelmente para usá-los na campanha eleitoral que se aproxima, para tanto enviou à Câmara dos Vereadores pedidos de mudança no Estatuto do Funcionalismo Público, contando claro com a apoio incondicional do presidente e de boa parte da casa. 

Funcionalismo é um controverso ramo no equilíbrio entre Governo e Sociedade, é o encontro das águas, desperta os mais diferentes pontos de vista entre as correntes sociológicas, humanistas e cientistas políticos do mundo todo. Mais que um pilar da nossa estrutura social, o funcionalismo público é a base, o alicerce que sustenta os nossos três poderes. Está no funcionalismo público o segredo de uma administração pública condizente com os nossos ideários de justiça, e também o contrário, dependendo do respeito e entendimento com que o assunto e tratado. É estabelecido que qualquer mudança neste setor seja fruto de estudo minucioso, debatido com todos os setores da sociedade, principalmente com o sindicato dos trabalhadores, pela importância e impacto direto na categoria. 

Para que a nossa máquina administrativa trabalhe com eficiência, contamos na nossa cultura social com o sistema integrado de funções também chamado de estruturo-funcionalismo, essa cultura tem a visão de que nossa sociedade e constituídas por partes (por exemplo: Polícia, hospitais, escolas, fazendas, governo) cada uma com sua própria função, estabelecidas através de leis e estatutos, trabalhando em conjunto para promover a estabilidade social. Basta um passo em falso em algum setor do funcionalismo para desestabilizar toda a estrutura social. 

Não é novidade que aqui no  Brasil a lei virou instrumento para pratica de crimes, em nossa cidade o Tenente defende as mudanças no Estatuto do Funcionalismo que a dupla Torres-Perdigão enviou para a casa legislativa, mesmo que para isso, eles nos afundem ainda mais no mar de lamas que já é esta atual administração e seu casamento com a vereança. 

Se me permitem o trocadilho, há um desequilíbrio funcional, no debate sobre o funcionalismo em nosso município, ao invés  da Câmara Municipal cumprir com sua função demarcada na constituição, deixam de legislar contra a corrupção e passam a regulamentar a mesma, usam o poder que lhes foram confiados pela população e entregam aos corruptos do executivo os instrumentos para praticarem seus crimes impunemente 

Esperamos que pelo menos o Judiciário cumpra com sua função de defesa da sociedade e sua estabilidade, atuando contra este desequilíbrio funcional entre Legislativo e Executivo, que, na nossa terra, se uniram contra o povo e contra o funcionalismo.

Perdigão pode virar Pif-Paf

Parece que há algo de podre no reino dos Perdigões! Acostumados a se safarem das inúmeras tramóias que conduzem quando estão na situação, o casal entrou nesta administração dispostos a irem à forra e tirar a barriga da miséria, foram com tanta fome ao pote que se perderam nos delírios do poder. Esqueceram que fazem parte de uma nação em constante reavaliação de princípios e valores e que a nossa Justiça também vem refletindo esta mudança. Investigações não vão faltar para proteger os cofres do tesouro e também para entender o monopólio dos exames pelo SUS, no fim, tudo isso que parece um lindo Chester decorado com cerejas, vai se mostrar nada mais que duas pif-pafs fritadas em ganância.

PLANO DE GOVERNO 2009-2016

REVOLUCIONAR COM PLANEJAMENTO

Falar de revolução aqui em nossa cidade não é tarefa fácil, imagine vocês que já fui comparado a Che Guevara simplesmente por devolver dois CD´s de baixa qualidade a um comerciante e exigir reembolso. Antes de tudo vamos definir o tipo de revolução que desejamos.

REVOLUCIONAR: romper com o  sistema, político, social, econômico e cultural vigente, com a subsequente formação de um novo sistema.” 

Além da ruptura do sistema, no nosso caso a eleição de uma mulher, inteligente, capaz, negra, mãe de família, lutadora incansável, de origem simples,  com alto nível de discernimento, oposto aos padrões vigentes em nosso município, temos também a  formação de um novo sistema, uma nova administração, para isso estamos  trabalhamos na formação do plano de governo que se encontra em andamento na Etapa 1, parte de 5 Etapas. 

  • Na Etapa 1 identificamos um a um os problemas sociais em todos os âmbitos, na seguinte metodologia: 
  1. Faixa Social atingida
  2. Identificação do Problema
  3. Grau de Urgência
  4. Setores da Administrção Responsável
  5. Proposta para reverter o quadro
  6. Medidas Administrativas Cabíveis
  7. Agenda Administrativa.
  • Na Etapa 2 identificaremos os problemas nucleares ou rompimento arterial em termo mais popular, agrupando os desafios por natureza e a consolidação das agendas.
  • Na Etapa 3 levaremos o plano em formato simples  ao conhecimento da população para avaliação e participação através de suas organizações.
  • Na Etapa 4 iremos reavaliar o plano com base na participação social.
  • Na Etapa 5 iremos finalizar o plano de Governo, e suas diretrizes e apresentar a populaçao em data prevista para coicidir com o lançamento oficial da campanha eleitoral. 

Notem que, de forma alguma o plano de governo é segredo de campanha, nem tampouco é formado por um núcleo fechado e centralizado, contamos com a participação de todos, em qualquer uma  das etapas, as etapas 1 e 2 serão compartilhadas em formato Excel via Internet, para participar, basta enviar e-mail para proity@hotmail.com  dizendo que deseja partipar do Plano de Governo para Itambacuri. Para facilitar o nosso trabalho, coloque no campo de assunto do e-mail a seguinte frase:  “Plano de Governo 2009-2016” 

Venha evoluir com a gente e revolucionar o presente!

Líder ou Morubixaba?

Humbertistas e Lianetes sem liderança, aspiração e solução! 

Há algum tempo em uma de minhas muitas conversas, Geraldo (Cheiroso)  apontou para minha deficiência política, eu, na opinião dele não poderia contar com nenhuma liderança local para me apoiar, perguntei a ele: “E se eu me tornar uma liderança?” Sanando assim essa deficiência que ele acabara de levantar. Ele me respondeu com aquele famoso sorriso desembaraçado que “Não”, teria muita coisa que eu ainda iria aprender na política local. Confesso que fiquei intrigado, não com a analise política de Geraldo, claro.

Queria descobrir então o que é definido como liderança numa terra à mingua de líderes. Não demorou muito e caiu em minhas mãos o periódico da Deputada Elbe Brandão, digo, o periódico de Baim Guedes. Estava lá a resposta, a cobertura das eleições para presidência do Sindicato dos Produtores Rurais de Itambacuri, (é impressão minha ou esse sindicato atua mais como um clube privado?) Cheiroso claro estava no meio dos vencedores e simpatizantes, nas notas de pé o fim da busca, a palavra lideranças locais. Seriam estes as lideranças da qual ele mencionou? Sim! Caciques locais definiria melhor as posições.

Entendam, na mente dos Humbertistas e Lianetes, controlar, monopolizar, fazer conchavos e cheirar a esterco, torna um em liderança, na falta de esterco, vale um bisturi, a combinação de bisturi com esterco melhor ainda. Basta assumir a diretoria de um hospital, ou do mencionado Clube, digo, Sindicato, ou mesmo da Cooperativa Privada dos Produtores de Leite e pronto, uma liderança acaba de ser criada.Assim, sem nenhuma liderança verdadeira, eles empurram a candidatura como se empurra um carro enguiçado, esquecendo de checar neste longo e cansativo entourage rumo ao poder, duas coisas fundamentais, primeiro a engrenagem, representando aqui o projeto político e segundo o nível de combustível, nesse caso representando a vontade política da cúpula.

Para piorar ainda mais a situação, o filho da doutora caiu em escutar seu anjo Jorge o “Arcanjo”, parou de empurrar, pulou na carroceria empunhado de sua bandeira, pesando ainda mais o processo. O leitor há de concordar que as promessas feitas á portas fechadas devem ser tentadoras. Qual outra forma de explicar tanta paixão e sofrimento dos pobres cabos eleitorais em defender uma virada de 360 graus? Ouvir dizer que Biro e Geraldo, por tempo de casa, já foram elevados de cabo a sargento eleitoral na tomada Humbertista pelo poder.  Nesse passo e compasso eles se gabam de ser os principais oposicionistas e acreditem, dizem ter as soluções dos nossos problemas.

E você? Vai cair nessa? Eu não! 

Nota 1: Geraldo, você tem total razão em dizer que eu jamais me tornaria uma dessas lideranças em quem vocês confiam tanto. Realmente, não tenho vocação pra morubixaba. 

Nota 2: Sempre me esquivei de usar o termo Humbertistas ou mesmo Lianetes para denominar esta caravana política de um carro só, sinto que o termo tem um gosto de adesivo amarelado e craquelado pelo sol, esquecido em algum vitrô da memória municipal.

Gozo e dor em ser um Magalhães

Magalhães Magalhães de Magalhães.

Não tenho a pretensão de abordar um tema tão polemico em apenas um artigo, esse é apenas o primeiro de uma série com o mesmo título, gostaria de começar a situar o leitor nos labirintos desta complicada e deliciosa família.

Posso falar com autoridade sobre o assunto, afinal se fosse para honrar meus avós maternos e paternos, teria de mudar meu nome para: Rubens Luiz Magalhães Sousa e Silva Magalhães de Magalhães, não é confusão, são três avós de núcleos diferentes da família, dois por parte de pai, Narbal Luiz de Magalhães e Catarina Magalhães, um por parte de mãe, Amélia Magalhães.

Aqui na nossa cidade o “clã” se divide em três núcleos distintos que se interagem em vários níveis de afinidade e ascendência, costumava brincar dizendo que me orgulhava de ser três vezes Magalhães até ser corrigido por minha irmã Vanessa com a tese de que, por mérito, Rubens e Regina Magalhães, nossos pais, deram início ao quarto núcleo;  provável e contestável. Fato é que, com ou sem “estatus” de núcleo, como se não bastasse ter que carregar tanta responsabilidade, orgulhosamente eu e minhas seis irmãs, carregamos nas veias o superativado chip “GINÚ”, para explicar, teria de me aprofundar em águas tortuosas, as águas dos SOSIMAGs (Sousa e Silva Magalhães), ficarei devendo esta, quem sabe uma série intitulada “ SOSIMAG, Água e Óleo”.

Espero com esses artigos, desvendar um pouco das curiosidades que rondam esta família e também desfazer alguns mitos e lendas que nos acompanham. Falar deste tema será pra mim um doce desafio e espero que para vocês seja no mínimo, entretenimento.

Não é tudo maravilha, acompanhem nos próximos artigos, as dores e gozo de ser um Magalhães sob a visão de um Sosimag da gema.

Operação Abafa a Dengue.

Trágico. Fétido.

 

Como membro dos Guardiões do Vale, acompanhei em meu tempo por Itambacuri, várias reuniões oficiais sobre saneamento básico, coleta de lixo, educação ambiental etc., como era época de eleições, claro, o prefeito, vice e secretária de saúde não compareceram em nenhuma delas, para esse tipo de tópico, eles preferiam mandar os, vamos dizer, “pau mandados” inclusive em algumas o “pau mandado” era em fato o Defensor Público, vocês imaginam.

É verdade que foi levantado por membros da Secretaria de Saúde e FUNASA o alarmante cenário dos focos de mosquitos, com fotos, localização dos esgotos à céu aberto, córregos e por diante. É verdade também que esses funcionários são repreendidos pelo primeiro escalão do Poder Executivo e nunca tomaram nenhuma atitude digna quanto ao caso, deixando sempre de tomar as devidas providências em nome daquele cargo, daquela posição, ou seja, em benefício próprio. Os levantamentos  apontavam a disseminação da Dengue como fato iminente e urgente.

Onde estavam as autoridades?
Em campanha. Queriam de qualquer forma garantir seu lugar ao sol. Valendo de vidas, deixaram suas responsabilidades e partiram para o vale tudo. Entanto nada se compara a total irresponsabilidade da atual secretária de saúde e médicos da cidade em tentar abafar os casos de dengue escondendo dos próprios pacientes suas condições e pior ainda, para cortar custos, receitar aos pacientes com dengue e desinformados, tratamentos à base de Paracetemol e Tilenol.

Infelizmente nossa cidade passa por um dos períodos mais críticos de sua historia, nossos cidadãos estão entregues a uma corja suja, sem escrúpulos, por aqui muitos são condenados à morte enquanto os neo coronéis pagam as vidas de playboys que seus filhos levam
em Belo Horizonte e Rio de Janeiro, com gordas mesadas.

Por onde anda o  Legislativo?

Ser ou não ser? Cidadão ou Situação?

A melhor parte de ter me colocado por um tempo, como provável candidato a prefeito, foi que eu passei a exercer o meu papel de cidadão na fileira da frente, assim fui alvo de todo ódio da situação e também dos que almejam a prefeitura catalisando as flechadas em aprendizado.

Descobri nesses incríveis meses que a maior parte dos grupos políticos e almejantes não via a cidade como eu, a enxergam na verdade como uma corte, o que não falta em Itambacuri é jóias de coroa enferrujadas, esses e essas que ainda acham que mandam alguma coisa e que a lei não diz respeito a nada. Que acham que ser parte de uma panela e alternar períodos no poder, é mais importante, mais interessante que fazer parte de uma sociedade saudável.

Destaco aqui duas dentre dezenas das perseguições que sofri como cidadão, Vice-Presidente do Conselho da Cidade em Itambacuri e membro dos Guardiões do Vale, a primeira foi a ginástica que a Secretária de Planejamento armou para me excluir da elaboração do Plano Diretor Participativo, isso mesmo, Participativo. Acho que era mais um capricho e um luxo da nossa secretária do que perseguição, e mais, uma quizila de família, afinal se sacudir os cabelos da secretária, ainda pode ser ver levantar o pó da áurea época da construção da prefeitura. Ela é incapaz, não sabe o  limite entre público e privado. Intimidade aparte, é alarmante que um membro do Executivo, gaste tempo e dinheiro em forjar um processo vital para nosso progresso ao elaborar de fato o processo participativo, simplesmente para não dar espaço de debate público, para mim como cidadão e em conseqüência, para toda sociedade. Estamos ai, sem projeto de crescimento, por causa de um capricho. E pensar que Pescador escapou dessa!

Outro episódio foi a condução das eleições para Conselheiro Tutelar 2006, essa orquestrada por Rosangela e Gisele, onde não aceitaram um documento oficial da embaixada do Brasil em Londres onde atestava o meu grau de escolaridade superior, preferiram mentir, dizendo que o Promotor de Justiça não havia aceitado o  documento, assim excluindo meu nome como candidato. A palhaçada era tamanha, que, por onde eu andava a pergunta era a seguinte: Será que eles não vão fazer nada para te atrapalhar? O próprio promotor me esclareceu que não havia em momento nenhum opinado no caso, que a decisão deveria ser tomada em reunião de Conselho de Direito da Criança e do Adolescente, que não reuniu uma só vez durante toda condução do processo seletivo, a não ser é claro reuniões informais no gabinete do prefeito conduzidas pela primeira dama. Só mais um detalhe, Gisele que se encontrava desempregada, logo foi colocada no quadro de funcionários da prefeitura. Estamos ai, crianças sendo violentadas e assassinadas, conselho em estado de inércia por causa de interesses mesquinhos.

Fato é que, cada vez que me atacavam e perseguiam como provável candidato, na verdade, atacavam e perseguiam um simples cidadão em dia com seus deveres, sempre freqüentei conselhos, reuniões, acima de tudo como cidadão individual e também como membro da organização social, que na verdade nada mais é que um grupo de cidadãos organizados, ou seja, quando me perseguiam, na verdade nos perseguiam, de um lado os cidadãos ajudando como podem, de outro os governo municipal (ou seria desgoverno?) através de seus “mandados” fazendo o possível e o improvável para atrapalhar o estabelecimento de um estado de direito, da descentralização do poder, ou seja, tentando o impossível, querendo, como se  tivessem o poder, assassinar a cidadania a qualquer custo.

Já imaginou? Se além de Prefeito, Vice,  Secretários, conselheiros e Defensoria Pública, eles fossem também cidadãos? Passariam a respeitar a constituição e com isso nos respeitar como concidadãos, garantindo uma vida em sociedade mais digna, mais justa, uma cidade mais próspera.

Imagine vocês que em Itambacuri, um cidadão comum tem medo de procurar a defensoria pública, é este estado que nos encontramos, não é de admirar que nosso IDH é o mis baixo dos Vales, mais baixo ainda do que os dos municípios que se encontram no Vale do Jequitinhonha.

Antes de terminar, uma pergunta para reflexão:

Se eles se atrevem a fazer o que fazem com um cidadão com noção básica de cidadania. Imaginem as barbaridades que sofrem os menos instruídos?

Povo de Itambacuri! Chegou a nossa vez!

“O povo  quer o controle.” 

Ela acredita que a hora ainda não chegou para anuncia-la como candidata, muitos abutres querem colocá-la na famigerada vereança, local onde enterram potenciais candidatos e,m potencial, uma estufa onde os planos de mudanças morrem dessecados. Porem a equação é simples, o povo a quer para Prefeita!

 

Há anos ensaiamos uma mudança concreta de rumos na política da nossa cidade e agora estamos diante desta oportunidade real e palpável, para mudar precisamos de um Poder Executivo forte, rígido, incorruptível e capacitado para programar e executar as políticas de responsabilidades sociais necessárias para reverter a recessão econômica, social e moral em que encontra o nosso município. Definitivamente o caminho mais seguro para a verdadeira mudança.

 

Conheci pessoalmente essa maravilhosa candidata, uma pessoa inteligente, que não se deixa corromper pelo sistema, justa, conhece por menores a problemática social do nosso município e sabe como contorná-las. Agora podemos sonhar novamente, podemos planejar, podemos finalmente viver o sonho de uma comunidade mais justa, mais Cristã.

 

Povo de Itambacuri! Chegou a nossa vez.

Sou um Homo Politicus.

 

Sou um cidadão do mundo moderno, sou um Homo Politicus.

Político não são aqueles que de quatro em quatro anos fingem se preocupar com a situação da coletividade, ser político não significa necessariamente ser candidato nas próximas eleições, mas, por exemplo, saber a ligação existente entre os impostos que pago quando asso uma carne com os amigos e a situação dos menores que levam a minha feira pra casa nos sábados, enquanto deveriam estar com suas famílias
em casa. Ser político é sempre, nas relações do dia-a-dia, procurar pensar também na situação do outro. Certa vez escreveu Bernard Shaw sobre aqueles que negam sua natureza de pessoa:

“O pior pecado contra os nossos semelhantes não é odiá-los, mas o de lhes ser indiferentes”.

Família, Sociedade, Política, Comunicação, Tabu e Intolerância.

 

Toda estrutura social saudável começa do núcleo familiar, por isso é importante reavaliar com urgência nossa sociedade a partir deste princípio básico. 

É comum escutar a famosa frase “somos uma grande família aqui em Itambacuri”, e de fato somos, porem a afirmação surge não dos fundamentos que caracterizam uma família como: perdoar, solucionar, unir.  Mas sim do oposto, tornando inviável nosso modelo social. A prova de que temos que nos fortalecer como instituição familiar está na disputa para próxima formação do Legislativo e do Executivo. Vejam bem, no momento essa disputa é muito mais um conflito de gerações do que qualquer outra coisa. O fato mais agravante neste conflito esta na falta de comunicação dentro das famílias, basta um membro expressar o desejo de assumir uma posição política para os nossos “familiares” se trancarem valendo do famigerado tabu. O tabu, aqui, significa a proibição convencional imposta por tradição, que não pode ser violada sobre pena de reprovação social. Assim o tabu suspende o processo comunicativo e impõe o silêncio de cemitério. Ele é estabelecido, na maioria das vezes, pela preguiça mental ou pelo medo do conflito. Desta forma, é preferível não discutir sobre política, religião, futebol, problemas do passado, sexo ou idéias contrárias para manter um ambiente amistoso. O problema é que, impedindo a comunicação, o tabu acaba criando um relacionamento falso e superficial. 

O tabu, na maioria das vezes é usado estrategicamente, ou seja,  a geração acima (tias e tios), manipula uma atmosfera onde não se permiti o diálogo, onde qualquer indício de comunicação é sufocado, bem, ao invés de estimular a comunicação, aniquila-se o diálogo, chamam-se isso na minha família  de “evitar polêmica”, polêmica aqui, na verdade é a intolerância, aliás esta é outra inimiga da instituição familiar, sendo assim, inimiga da sociedade. A origem dessa incapacidade de aceitar o outro vem, muitas vezes, do medo ou da preguiça de sermos autênticos, somos intolerantes na medida em que nos deixamos dominar pela inveja, ao percebermos que outros são mais livres.

Falo de cadeira, afinal, além de ter expressado o meu desejo e preparo para contribuir na política, sou membro de duas famílias atuantes e o que se passou depois que me expressei publicamente é prova viva que enquanto não for estabelecida a comunicação na família, não iremos muito longe como sociedade. Esse processo também se repete dentro de outras famílias, afinal tem toda uma geração na nossa cidade sendo sufocada por falta de um diálogo saudável, sem limitações.

É preciso que tomemos responsabilidade quanto à longa lista de problemas sociais que temos adiante, precisamos assar diariamente e com abundancia o pão social. Em família, assim como em sociedade, devemos exercitar sem medo o dar e o receber, o permitir e o deixar acontecer. Precisamos aprender com essa disputa que os novos tempos pedem união de gerações e não conflito. Tabus deixam de existir quando descobrimos que qualquer tema pode ser objeto de um diálogo, pois a questão não é o tema, mas sim a forma de discuti-lo, a intolerância também pode ser superada quando perdemos o medo de nós mesmos. Desta forma tornamo-nos mais abertos e livres em nosso pensar e agir, porém quem vive assim, ou seja, quem não permite ser dominado por tabus e medos, precisam como eu, acostumar com as críticas daqueles que, infelizmente, ainda não descobriram o seu próprio valor.

Itambacuricópolis em formato de jornal

 

Devido a inúmeros pedidos, lançaremos uma edição especial do Itambacuricópolis em formato de jornal, com tiragem limitada, reserve o seu. Uma edição com a coletânea de todos os artigos desde o lançamento até o dia da impressão.

Educação e Saúde um equilíbrio necessário.

 

Dentro deste tema, educação e saúde, qual será a mais premente das nossas necessidades?

 

Aplicar uma boa política de saúde e educação no nosso município, não é necessariamente ampliar o campo da educação ou aplicar fundos em treinamentos técnicos tampouco é passar o controle da Secretaria de Saúde para a esposa do vice-prefeito, para que a mesma use dessa influencia para controlar e manipular o mercado de exames médicos municipais estabelecendo uma concorrência injusta, tampouco é deixar a primeira dama nadando solta, tomando decisões e perseguindo quem vai e quem fica na área do ensino municipal.

A mais premente das necessidades atuais é uma vida de família mais feliz, num lar substancial, em lares de cidadãos livres das perseguições políticas. A pedra angular duma sociedade sadia é o lar feliz e sadio. Crie-se saúde no lar e esta saúde se irradiará para fora, atingindo os negócios, comércio, a educação, o governo, toda e qualquer fase da sociedade.

Para eleger um governo adequado para nossa cidade em 2008, devemos deixar de lado nossos pensamentos individualistas e mesquinhos, e nos concentrar em escolher uma proposta de governo com força e capacidade necessária para implementar e conduzir o programa que sedimentará a base correta para o desenvolvimento de uma sociedade saudável e educada.

Como anda as opções para 2008!

 

13 – A chance para o povo tomar as rédeas do seu futuro e acabar de vez com o coronelismo, enfrentando de forma programática os desafios, tem ótimas chances de contornar o abismo político cavado durante os últimos 40 anos e resgatar nossa cidade, mas para isso, deverão educar o eleitorado quanto ao programa e passos para atingir o desenvolvimento social desejado. Para isso vai depender muito do estabelecimento da democracia dentro do próprio partido, caso contrário, o mesmo pode ser usado como sempre foi, e a chance passar.

 

14 – Com pose de Poderoso Chefão e muitas influências, poderemos ver de vez em quando sua presença na esquina, sempre cercado dos súditos. Pose, muita pose. Não conta atualmente com uma boa parte da cúpula central de apoio, parte da família o deixou em troca de uma secretaria na atual administração, enfim, os 14 são a materialização da política do “toma lá da cá”. Sinceramente não acredito que tenham alguma programação de governo em mente, afinal gabam-se em ser administradores natos, mas não passam de mestres, uma de Filosofia e o outro de Obras.

 

15 – No grupo, por enquanto não encontrei nem escutei muito sobre medidas concretas para sanar nenhuma das nossas mazelas sociais, se comportam como a única chance concreta de virar o quadro político atual, mas pecam quando tentam vender demais esta imagem e tratam o candidato como um velhinho que logo passará o bastão, resta saber para quem e quando, afinal ele não é tão velho assim, Cheiroso e Biro já estão pendurados neste bastão. Como disse, pecam em vender esta imagem. Neste grupo não há espaço para novas pautas, se é assim agora, imagine se vencerem.

 

25- Salve-se quem puder! Estão como moscas no mel, aterrissou, mas não irá decolar. Pode incluir neste bando todo legislativo também. Indiscutivelmente este grupo representa o que se tem de pior no quadro político de todos os quase 134 anos de historia, uma dupla de canalhas com damas de dar azia
em sonrisal. As mudanças de que temos notícias são apenas dos arquivos e mesas, um dia estão na sala da direita e no outro, estarão na sala da frente, procure um papel na mesa da Secretaria de  Planejamento e não encontrarão, não se surpreendam se incendiarem as dependências do legislativo e executivo antes de deixarem as mesmas,  forma infantil de escaparem das pesadas punições que estão por vir.

 

31- Tapinhas nas costas, sorrisos, tchauzinhos e buzinas. Realmente gostaria de acreditar que se trata de uma genuína mudança, mas experiência própria me diz que o candidato não tem o necessário pra realmente estabelecer um governo democrático e eficiente, usa muito dialeto e jargões que aprendeu no seu oficio, mas sinceramente, esta coisa de, “confie em mim que irei me moldando enquanto vocês me perdoam”, me assusta muito. Se surgir com um programa de governo será mais fácil avaliar, por enquanto é um tiro no escuro, promete aos nossos jovens muita alegria esporte e diversão, enquanto que para os mais velhos posa de enviado dos céus, salvador da pátria, um paradoxo de menino pobre de família rica. Poderá transformar nosso município
em uma Disneylândia, muita imagem e pouquíssima substância. Corremos um sério risco do estabelecimento de um neoliberalismo manco, afinal, o próprio “jingle” já diz tudo: “Chegou chegou, alegria geral!”

Queremos plano de governo!

 

Ouve-se muito falar em educação, como base para resgate social, como se fosse a última invenção depois do pão fatiado. Temos um jovem vereador aqui na nossa cidade que usa seu mandato par discursar sobre o tema, já esta virando um micro “Christovam Buarque” e se tornando um pré-candidato a vereador, em mandato, de uma tecla só, educação, educação, educação…..

Pergunte a esse vereador e demais companheiros o que fizeram de concreto pela educação municipal? Falar é muito bom, afinal é um ótimo discurso, porem não passa de discurso, se não houver competência para programar os mecanismos que irão atuar em uma educação e saúde de qualidade. Devemos perguntar aos candidatos, com detalhes, quais são as verdadeiras propostas de governo, afinal não queremos repetir a dose de Natal e do Doutor Picareta, que, nada fala nada ver e nada escuta.

E preciso ficar atento ao “besteirol” eleitoreiro que virá a partir de agora, e cobrar mais competência dos nossos representantes.

Férias

Olá todos, Itambacuricópolis voltará em Fevereiro 2007

Desenvolvimento, a Proposta!

Com a Bioenergia Selo Social, Rubens coloca à mesa a primeira proposta de desenvolvimento ambiental, social e econômico para o município e região.

BIONERGIA, junte-se a este debate!

em 2007 – 1ª Conferência de Bioenergia de Itambacuri.

Mais notícias aqui no Itambacuricópolis.

Eleições 2008!

15-14-31-13-25

15 e 14, alquimia estranha, o grupo novo, que aliás de novo não tem nada, diz estar certo da união com o 14, ouço falar por várias fontes, seguras, que “A 14” no momento tenta tirar da cabeça do marido, “O 14”, a idéia da candidatura (como se isso fosse possível). O grupo do 15, que no momento parece ser mais uma colcha de retalhos do que grupo, espalha essa idéia como se fosse fato, mas todos sabemos que por trás desta união acontece entre o 15 e 14 aquele velho diálogo mineiro, bem mineiro mesmo:

”Ocê tá dizendo que vai pra Manhuaçu pra eu achar que ocê vai pra Manhumirim, mas, ocê vai é pra Manhuaçu mesmo. O ocê vai é pra Manhumirim?”

A verdade é que para emplacar, o 15 terá que sair das esquinas e se auto reinventar para abrigar verdadeiros ideais em seu “grupo”, caso contrário vai ficar naquele teto dos três mil e um bocado de votos ou bem menos. Enquanto isso “O 14” morre de tanto rir equanto, sorrateiramente, embarca pra Manhuaçu.

31, segue a mesma estratégia que o troxe até aqui, bem, aqui onde? De qualquer forma no momento é uma preocupação para o 15 muito mais do que para o 13, 14 ou 25, vai trabalhando calado, porém mantendo a imagem de que algo gira em torno deles, reuniões, encontros, seguindo bem a cartilha do Jornalista Chefe, no momento é mais um “make of” do que uma campanha, mas como disse antes, foi assim que chegou até aqui, mesmo que o aqui ainda não seja algo como lá.

13, bem, o que dizer? Entre tapas e beijos é ódio é desejo …. Sabem que tem potencial para catalizar a vontade pública por mudança, mesmo que essa vontade seja algo bem maior que um ideal partidário, nunca saem do: “precisamos reunir rápido”, mas assim o tempo vai passando e o velho comentário de que “ é fácil enrolar o PT” vai se concretizando, pois está dentro do diretório a falha, e o 13 vai se vendendo por muito caro sem perceber que perde o valor a cada dia que passa. Por aqui sabemos que há uma força lá dentro, força feminina, está nas mãos dela as chances da legenda, só resta saber se ela já se deu conta disto.

25, com tanta desunião no quadro da oposição, o 25 segue seu curso, mas quanto a esses não tenham dúvidas, vão para Manhuaçu mesmo, não acreditem nessa balela de que não haverá reeleição, não é atoa que colocaram o bicho-papão tomando conta das nossas águas, não se preocupem com o aumento na conta de água agora, em meados de 2008 vai ter água de graça pra muita gente, tudo moeda política, é a nova compra de voto pré-pago,mais um produto das Organizações Tabajara, a gente paga agora e eles compram os votos depois, não se enganem, eles querem viabilizar a REELEIÇÃO!

Onde está o dinheiro?

Quando aqui cheguei, aproximadamente há 18 meses atrás, a Primeira Dama, em reunião “official” em minha casa, com ton de desalento, disse que sentia não ter muito o que fazer com a prefeitura municipal, que no máximo o legado de Natal seria deixar as contas em dia para o próximo prefeito. Ali já ficou claro que a inércia era total, ora, levar quatro anos para colocar os livros em dia? Isso é serviço para no máximo 40 dias (sem apoio de consultoria), mas esta foi apenas uma das várias pérolas que sairam da boca da Dama no dia, mas estas eu revelarei em doses homeopáticas. Cito a passagem acima para tocar em um assunto delicado, os números, onde estão os números? Será que teremos agora no início de 2007 acesso aos números com transparência, ou será que precisamos começar a ensaiar a marchinha de carnaval?

Onde está o dinheiro?
O gato comeu, o gato comeu
E ninguém viu
O gato fugiu, o gato fugiu
O seu paradeiro
Está no estrangeiro
Onde está o dinheiro?

Acompanhem pelo Itambacuricópolis a caça ao dinheiro público, no decorrer de 2007 estaremos procurando e expondo os números. Não percam!

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